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Economia Americana: A queda de Preços os Deixa a Um Passo da Depressão

Bob Willis and Shobhana Chandra
Bloomberg
Wednesday, Dec 24, 2008

A queda nas vendas de casas nos Estados Unidos foi a maior das últimas duas décadas, o preço das revendas dos imóveis também caíram, relembrando a Grande Depressão de 1929,

Governistas e industriários anunciaram hoje que tanto a compra de imóveis novos como a dos velhos caíram 7% no mês passado, a maior queda desde Janeiro de 1989, um prejuízo anual de 4,43 milhões de dólares.

A Queda de 13% no preço das revendas em um ano, foi a maior desde que o índice começou a ser medido em 1968, e acredita-se que foi a menor desde 1930, informa a Associação Nacional de Corretores.

“ O valor da casa está em queda livre”, disse: Nariman Behravesh, economista chefe do IHS Clareza Global em Lexington, Massachusetts.

A crise foi pior do que os economistas esperavam, e os problemas que afetaram a economia parecem estar prejudicando agora outros setores. O descontrole dos preços das propriedades anunciam que os americanos afundaram nas hipotecas, destruindo a prosperidade dos lares e acabando com o poder de compra dos consumidores.

fonte: Prison Planet

 
50% Chances de Depressão no EUA

Tradução: Rosiel

Bloomberg
Tuesday, Dec 23, 2008

São Francisco: A economia dos Estados Unidos, tem 50% de chance de entrar em depressão nos próximos 03 anos, disse Roger Farmer, um sócio da agência nacional de pesquisas de crescimento e mudanças econômicas.

“Há probabilidades de que as coisas irão piorar”, disse Farmer durante uma entrevista por telefone. “Nós não estamos no fim da crise, as coisas ainda podem piorar”.

Uma queda no índice dos principais indicadores na ultima quinta feira, anunciou péssimas expectativas como: a restrição nos créditos pelos bancos provocaram a maior crise pós guerra, o preço das ações e das casas caíram bastante, e foram fechados muitos postos de trabalho.

Farmer declarou também que prevê o declínio da economia americana dure pelo menos mais um ano.

“Tudo depende da confiança das empresas, e pelo que eu vejo estas não estão reagindo bem”, disse Farmer que também é professor de economia na Universidade da Califórnia – Los Angeles.

A perda da confiança é a principal causa da crise, que está afetando o mercado imobiliário e afastando os investidores. Um programa de estimulo fiscal, terá efeito imediato no consumo e no crescimento financeiro.

fonte: Prison Planet

 
Acessores de Obama: Crise Econômica vai piorar nos EUA e desemprego irá chegar a 10% em 2009

28/12/2008 – 19h26
Crise econômica ainda vai piorar nos EUA, dizem assessores de Obama

da Efe, em Washington

Dois assessores do presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmaram neste domingo que é provável que a situação econômica do país piore e que a taxa de desemprego passe dos 10%. “muitos analistas acreditam que o índice de desemprego poderia chegar aos 10% até o final do próximo ano,” afirmou o ex-secretário do Tesouro Lawrence Summers, nomeado por Obama como diretor do Conselho Econômico Nacional.

Entenda a evolução da crise

“Nossa economia poderia estar em US$ 1 trilhão abaixo de sua capacidade plena, o que se traduz em uma perda de renda de mais de US$ 12 mil para uma família de quatro pessoas”, escreveu Summers em uma coluna publicada no jornal “The Washington Post”.

O economista repetiu os planos de Obama para gastos em obras governamentais, incluindo os fundos para melhoria e atualização da infra-estrutura, e o avanço da tecnologia ambiental, mas minimizou a importância do estímulo direto aos consumidores.

Nos EUA, a despesa dos consumidores representa cerca de 67% da atividade econômica. Em fevereiro passado, o Congresso aprovou e o presidente George W. Bush promulgou uma devolução de impostos no valor de US$ 150 bilhões a cerca de 130 milhões de contribuintes com a esperança de estimular o gasto.

A maior parte dos beneficiados desse reembolso usou o dinheiro para pagar dívidas e, no terceiro trimestre, a economia dos EUA teve uma contração de 0,5%, a primeira desde a recessão de 2001.

“Alguns argumentam que, em vez de tentarmos criar empregos junto com o investimento em um crescimento a longo prazo, deveríamos nos concentrar exclusivamente nas políticas de curto prazo que gerem despesa dos consumidores”, diz Summers. “Mas este é o enfoque que nos levou a alguns dos problemas que temos hoje, e é um enfoque que devemos rejeitar se quisermos fortalecer a nossa classe média e a nossa economia a longo prazo”, acrescentou.

Já David Axelrod, que dirigiu a campanha eleitoral de Obama e será seu assessor na Casa Branca, disse que os programas econômicos do novo governo “são planejados de modo que deixem marcas duradouras”. Obama, disse Axelrod em pronunciamento na televisão, ainda não decidiu o que fará com as reduções de impostos aplicadas pelo governo de Bush –as quais, segundo muitos democratas, favoreceram os mais ricos.


Fonte; Folha