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General Motors fará “todo o possível” para evitar falência

December 13th 2008 in Crise Econômica Mundial - Notícias

CHICAGO, EUA, 7 Nov 2008 (AFP) – A americana General Motors tomará “todas as medidas possíveis” para evitar a falência, afirmou nesta sexta-feira seu presidente executivo, Rick Wagoner, pouco depois de avisar que a companhia poderá ficar sem liquidez no primeiro semestre de 2009.

“Estamos convencidos de que as conseqüências de uma falência seriam terríveis. Por isso, tomaremos todas as medidas possíveis para evitá-la”, declarou Wagoner em uma videoconferência, depois do anúncio dos decepcionantes resultados trimestrais da empresa.

A perda líquida do número um americano do setor automobilístico totalizou 2,5 bilhões de dólares no trimestre encerrado em setembro. Excluindo o impacto favorável de um acordo concluído com o sindicato UAW, a perda fica em 4,2 bilhões de dólares, contra 1,6 milhão há um ano.

O volume de vendas cresceu abaixo das expectativas, a 37,9 bilhões de dólares, enquanto o mercado apostava em 39,14 bilhões de dólares.

MIRIAM LEITÃO

GM diz que possui o mínimo de liquidez para operar

O setor automobilístico tem sido um dos mais afetados pela crise financeira. A General Motors acaba de divulgar que está com o mínimo de liquidez para operar até o final do ano. Além disso, a empresa disse que teve um prejuízo de US$ 2,5 bilhões no terceiro trimestre deste ano, com queda de US$ 5,8 bilhões nas receitas na comparação com o mesmo período de 2007. Com a notícia, podemos ver dois impactos direta da crise: o congelamento do crédito e a redução do consumo.

Esse impacto é ruim porque a cadeia produtiva do setor é longa, e envolve, entre outras coisas, a produção de eletroeletrônicos, aço, vidro, plástico e borracha.

Pela manhã, a Ford já havia anunciado prejuízo de US$ 129 milhões no trimestre e que pretende cortar 10% dos gastos com pessoal na América do Norte. Aqui no Brasil, esta semana a empresa anunciou férias coletivas em três unidades. Volkswagen, Fiat e GM também já anunciaram férias coletivas.

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07/11/2008
GM anuncia rombo no caixa e pede ajuda do governo dos EUA

da Efe, em Washington

A General Motors (GM) anunciou nesta sexta-feira que teve uma baixa de US$ 6,9 bilhões em seu caixa diante da rápida “piora das condições do mercado nos Estados Unidos”. O ritmo de gasto do dinheiro do caixa da General Motors significa que a empresa conta com “o valor mínimo necessário para operar” até o final do ano.

Diante de tal situação, a empresa informou hoje, dia em que apresentou seus resultados no terceiro trimestre, que melhorar a posição de caixa continua sendo uma de suas principais prioridades para não quebrar. E destacou que a ajuda governamental é essencial devido ao enfraquecimento da economia e à crise de crédito.

“A volatilidade nos mercados financeiros mundiais, a redução do crédito para particulares e empresas e a mínima confiança dos consumidores criou uma situação muito difícil’, afirmou o presidente da GM, Rick Wagoner.

Ele anunciou que a GM tomará novas medidas para “melhorar a liquidez e reduzir os custos estruturais, em resposta à piora das condições econômicas mundiais”. A empresa informou que novas medidas melhorarão o caixa em US$ 5 bilhões.

Os resultados da companhia durante o terceiro trimestre refletem as fortes perdas na América do Norte e em menor medida na Europa. Segundo a empresa informou hoje, o prejuízo foi de US$ 2,5 bilhões durante o terceiro trimestre do ano diante da rápida “piora das condições do mercado nos Estados Unidos”.

Na América do Norte, a GM teve perda de US$ 2,3 bilhões no período em seu faturamento ajustado antes de impostos. Já na Europa, a empresa perdeu US$ 974 milhões em sua receita ajustada antes de impostos, após suas vendas terem caído 15%.

Apenas na América Latina, na África e no Oriente Médio a GM teve bons resultados. Nessa região, a empresa faturou US$ 514 milhões e aumentou em US$ 140 milhões os resultados do mesmo período de 2007.

Chrysler

A General Motors também informou ter encerrado suas negociações com a Chrysler e que não se fundirá com a terceira maior fabricante americana de automóveis.

“Recentemente, a GM explorou a possibilidade de uma aquisição estratégica que acreditava que geraria significantes reduções de custos e um fortalecimento substancial da posição financeira da GM a médio e longo prazo”, disse a empresa em comunicado.

“Embora a aquisição pudesse ter proporcionado potencialmente significantes recursos, a companhia concluiu que é mais importante neste momento se concentrar em suas dificuldades imediatas de liquidez”, acrescentou.

Bob Nardelli, executivo-chefe da Chrysler, se negou a “confirmar ou a revelar a natureza de suas reuniões privadas”. Nardelli disse, também em comunicado, que “a chave do sucesso da equipe de gestão continua sendo devolver à Chrysler a rentabilidade”.

Durante semanas se especulou que a Cerberus, que controla a Chrysler, mantinha conversas com GM para a venda da montadora.

A declaração de hoje da GM é a primeira informação oficial sobre as negociações,
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As três grandes de Detroit pedem ajuda ao governo dos EUA
08/11/2008


Business Week

Executivos da General Motors, Ford, Chrysler e o sindicato dos trabalhadores do setor automotivo, o United Auto Workers, foram ao Congresso dos EUA pedir uma ajuda federal de pelo menos US$ 25 bilhões.

As fabricantes afirmam que, sem a ajuda do governo, milhões de empregos podem ser cortados, e as companhias podem não sobreviver a 2009. A General Motors vem tentando convencer os líderes do Congresso a incluir as fabricantes no pacote de socorro financeiro do governo norte-americano, cujo valor é de US$ 700 bilhões.

A situação do setor automotivo norte-americano está se tornando muito complicada. Em outubro, as vendas da GM caíram 45%, em comparação com o mesmo período de 2007. As vendas da Ford e da Chrysler caíram 30% e 36%, respectivamente. Outubro foi o pior mês de vendas do setor desde 1983. Nesta sexta-feira, a GM anunciou um prejuízo de US$ 4,2 bilhões no terceiro trimestre deste ano, acima do que era esperado.

fonte: Opinião e Notícia

Montadora sofre prejuízo e cortará salários
07/11/2008

Afetada pelas crises na indústria e no crédito, a Ford Motor teve um prejuízo operacional de US$ 2,98 bilhões, de acordo com dados divulgados pela empresa nesta sexta-feira.

A montadora informou que cortará despesas com folha de pagamentos em mais 10%. Os gastos com salarios já foram reduzidos em 15% este ano.

Durante o terceiro trimestre, mais de US$ 7 bilhões em caixa foram queimados pela unidade automotiva devido a cortes de produção e outros fatores. A Ford encerrou o período com um caixa de US$ 18,9 bilhões, incluindo títulos negociáveis.

fonte: Opinião e Notícia


UE propõe mudar sistema financeiro global em cem dias

Os líderes dos países da União Européia aprovaram nesta sexta-feira em Bruxelas um documento de quatro páginas em que propõem adotar medidas para mudar o sistema financeiro internacional dentro de cem dias.
As sugestões contidas no documento devem ser defendidas pelo bloco na reunião de cúpula do G20 do próximo dia 15, em Washington, em que [...]

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Brown pede a Obama cooperação com Europa para “nova era global”

Londres, 10 nov (EFE).- O primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, pediu hoje ao presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, que trabalhe com a Europa para construir a “nova sociedade global”, baseada na democracia, no multilateralismo e na reforma das instituições econômicas.
 
Em seu tradicional discurso anual na City, distrito financeiro londrino, Brown descreveu como [...]

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