Quarta, 22 de agosto de 2007
Os uniformes escolares no Reino Unido podem ganhar um chip que possibilita aos pais e professores acessarem informações a respeito dos estudantes. Segundo o jornal italiano La Repubblica, os trajes, desenvolvidos por uma empresa especializada, utilizam um satélite para fornecer dados como a localização e registros escolares.
O “uniforme tecnológico”, como está sendo chamada a roupa, foi aprovado por 59% dos 800 pais consultados pela empresa La Trutex, a inventora da idéia. O produto fornece, entre outras informações, a localização do usuário, o que é um atrativo a pais que temem que seus filhos sejam vítimas de seqüestro ou estejam envolvidos em brigas de rua. No entanto, o uso desses uniformes pelas instituições de ensino deve gerar um novo debate sobre liberdades individuais no Reino Unido. Principalmente porque a empresa tem enfatizado que não só os pais teriam acesso às informações, mas também as autoridades escolares. Recentemente, o país discutiu a decisão de uma escola que coletou as impressões digitais dos alunos para o acesso à biblioteca. Redação Terra
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Friday, 02 January 2009 14:03
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Friday, 02 January 2009 14:00
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As ações da Applied Digital Solutions e de sua subsidiária de capital aberto VeriChip, que produz um chip de identificação pessoal para implante, caíram acentuadamente na segunda-feira, com a reação dos investidores a uma reportagem veiculada no fim de semana segundo a qual o pequeno aparelho de rádio está associado ao câncer.
Chip tem tamanho aproximado de um grão de arroz e fica sob a pele
A reportagem, da agência de notícias Associated Press, sugeria que a VeriChip e autoridades regulatórias federais norte-americanas haviam ignorado ou desconsiderado os estudos com animais que suscitam dúvidas quanto à possibilidade de que o chip, ou o processo usado para implantá-lo, tenha causado câncer em cachorros e ratos de laboratório.
A VeriChip alegou que não estava informada sobre os estudos mencionados na reportagem, de acordo com o artigo, mas tanto a empresa quanto agências federais de fiscalização norte-americanas afirmaram, na segunda-feira, que dados sobre testes com animais haviam sido considerados durante o processamento do pedido de licença para aplicação humana do implante.
Segundo essas fontes, não existiam estudos cientificamente controlados vinculando os chips à incidência de câncer em cachorros ou gatos, e ratos de laboratório são mais suscetíveis do que seres humanos e outros tipos de animais a desenvolver tumores, em função de injeções de qualquer tipo.
“No momento, não parece haver causa confiável de preocupação”, disse Karen Riley, porta-voz da Food and Drug Administration (FDA), a agência federal norte-americana que regulamenta e fiscaliza alimentos e remédios).
Além de causar queda nas ações das duas empresas, a reportagem criou preocupações entre veterinários e operadores de abrigos de animais, já que os proprietários de animais de estimação podem começar a resistir à prática cada vez mais freqüente de implantar chips desse tipo em seus animais, para facilitar localizá-los caso se percam. A maior parte dos animais que se perdem ou escapam e não são localizados pelos proprietários terminam sacrificados.
“Se os chips causam câncer de qualquer tipo, a ocorrência é muito rara comparada à possibilidade de que um animal de estimação se perca”, disse o Dr. Lawrence McGill, patologista veterinário do Animal Reference Pathology, um laboratório veterinário de Salt Lake City.
O aparelho de identificação via rádio que leva o nome da VeriChip é um chip revestido de vidro, do tamanho de um grão de arroz. O aparelho porta um número codificado e é injetado no antebraço dos usuários. Nas aplicações hospitalares, o chip fica vinculado a fichas médicas arquivadas em hospitais ou no consultório do clínico que atenda o paciente. Um transmissor de baixa potência que é parte do chip transmite o número de identificação quanto questionado a curta distância por um leitor da VeriChip.
A empresa já demonstrou a capacidade de conectar esse mesmo chip a outros bancos de dados. Por exemplo, casas noturnas começaram a utilizá-los para permitir a entrada de usuários regulares, e a polícia mexicana o emprega para controlar o acesso às suas instalações de alta segurança.
Todas as potenciais aplicações atraíram forte oposição dos defensores da privacidade, que afirmaram que implantar os chips em seres humanos constitui forma muito abusiva de uso da tecnologia de identificação por rádio-freqüência, ou RFID.
Katherine Albrecht, que há muito tempo critica a VeriChip e o sistema RFID, contactou a Associated Press há alguns meses e lhes ofereceu parte dos estudos em que o artigo do final de semana foi baseado. Ela afirmou, em e-mail a seus colegas ativistas, na segunda-feira, que “publicidade negativa como essa é o começo do fim para a VeriChip e seus planos de equipar-nos todos com chips, como se fôssemos embalagens de carne identificadas por código de barra”.
The New York Times
Friday, 02 January 2009 13:57
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Revista IstoÈ, edição n 1754, Maio 2003. dois mil brasileiros
esperam para implantar o chip
menor que um grão de arroz
Rastreador:

A empresa americana Applied Digital Solutions vai lançar nos próximos meses o PLD (Personal Location Device ou Dispositivo de Localização Pessoal). É um chip menor que um grão de arroz que se conecta com satélites GPS e que pode ser implantado em humanos. A traquitana é usada para monitorar principalmente empresários, sujeitos a tentativas de seqüestro.
A traquitana projetada pela empresa americana Applied Digital Solutions ainda nem recebeu a aprovação das autoridades dos EUA e já provoca furor. O dispositivo deve chegar ao País no próximo ano e há uma lista de espera de pelo menos dois mil brasileiros interessados em implantar o circuito eletrônico na própria pele. A grande vantagem do chip é que ele pode tornar quase instantânea a localização do cativeiro em caso de sequestro. O chip sai de fábrica com um software programado para alertar uma central de vigilância sempre que algo fora do normal for detectado pelo satélite. Esse sistema funciona como a central de um cartão de crédito. Cada cliente tem um perfil de compras e, toda vez que um pagamento foge ao comportamento usual, a central tenta descobrir o que houve de atípico.
O PLD vai custar algo em torno de US$ 10 mil, um pouco mais que o chip da concorrente Gen-Etics, o Sky-Eye, que já está implantado na pele de 45 milionários ao redor do mundo.
Fonte:portalanjo.com
