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	<title>Nova Ordem Mundial.net &#187; Microchip &#8211; Notícias</title>
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	<description>Microchips, Governo Único, Religião Universal, Moeda Única, Controle Global, Crise Econômica Mundial.............Um só Governo, Uma só moeda, Todos marcados: É o que eles querem</description>
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		<title>Ásia: Projeto prevê implantar chips em portadores de HIV</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Jan 2009 14:37:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nova Ordem Mundial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Microchip - Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[24 de novembro de 2008 Deputados da província indonésia de Papúa decidem se irão apoiar um projeto polêmico que exige que pacientes afetados pelo vírus da aids coloquem um microchip para tentar prevenir a contaminação de outras pessoas. Nesta segunda, ativistas e funcionários da saúde criticaram o projeto. O parlamentar John Manangsang afirmou que, ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>24 de novembro de 2008</p>
<p align="left">Deputados da província indonésia de Papúa decidem se irão apoiar um projeto polêmico que exige que pacientes afetados pelo vírus da aids coloquem um microchip para tentar prevenir a contaminação de outras pessoas. Nesta segunda, ativistas e funcionários da saúde criticaram o projeto.<br />
O parlamentar John Manangsang afirmou que, ao implantar os chips sob a pele de doentes &#8220;sexualmente agressivos&#8221; as autoridades teriam mais facilidade para localizar e punir aqueles que, deliberadamente, infectarem outras pessoas com penas de até seis meses de prisão ou multa de US$ 5 mil.</p>
<p align="left">Embora alguns detalhes ainda precisem ser revistos, o projeto teve apoio parlamentar e, se receber a aprovação da maioria, como é esperado, pode entrar em vigor no próximo mês.</p>
<p align="left">A Indonésia é o quarto país mais populoso do mundo e possui as mais altas taxas de crescimento no número de portadores de HIV da Ásia, que pode chegar a 290 mil pessoas.</p>
<p align="left">Ativistas como Tahi Ganyang Butarbutar criticam o projeto. &#8220;Pessoas com aids não são animais, temos que respeitar os seus direitos&#8221;, disse. Segundo ele, a melhor forma de combater a epidemia é aumentando as despesas com educação sexual e o uso de preservativos.</p>
<p align="left">fonte: <a href="http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI3348997-EI8143,00.html" target="_blank">Terra Notícias</a></p>
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		<title>Chip na chave do carro: controle de filhos ao volante</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Jan 2009 14:25:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nova Ordem Mundial</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Microchip]]></category>

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		<description><![CDATA[Tecnologia: Chip permitirá controlar filhos jovens ao volante 06.10.2008 &#8211; Os pais que se preocupam com o &#8220;pé pesado&#8221; de seus filhos jovens quando eles dirigem poderão contar com uma nova solução tecnológica a partir do próximo ano. A Ford pretende usar em vários de seus modelos 2010, nos Estados Unidos, um chip implantado na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt">
<div>Tecnologia: Chip permitirá controlar filhos jovens ao volante<br />
06.10.2008 &#8211; Os pais que se preocupam com o &#8220;pé pesado&#8221; de seus filhos jovens quando eles dirigem poderão contar com uma nova solução tecnológica a partir do próximo ano.<br />
A Ford pretende usar em vários de seus modelos 2010, nos Estados Unidos, um chip implantado na chave do carro que limita a velocidade do veículo a cerca de 120 quilômetros por hora.<br />
A chave também poderá ser programada para controlar o volume do sistema de áudio e emitir sons de alerta se o motorista não estiver usando o cinto de segurança.<br />
O recurso, chamado de &#8220;MyKey&#8221;, virá incluído em um número ainda não especificado de modelos 2010 da Ford, a partir da metade de 2009. A idéia, segundo a AP, é que mais modelos incorporem o recurso com o tempo.<br />
A velocidade máxima determinada pelo chip é maior do que o limite na maioria dos estados norte-americanos, para deixar uma margem em caso de alguma situação emergencial, segundo a Ford. Há uma opção, no entanto, de programar o sistema para soar um apito quando a velocidade exceder determinados limites.<br />
Em uma pesquisa encomendada pela Ford sobre a aceitação do recurso, 75% dos pais disseram gostar da idéia de limitar a velocidade do carro quando os filhos dirigem, enquanto 67% dos jovens entrevistados foram contra.<br />
Redação Terra
</div>
</div>
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		<title>Chip inteligente protege privacidade na União Européia</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Jan 2009 14:23:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nova Ordem Mundial</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Chip inteligente protege privacidade na União Européia REUTERS   LONDRES &#8211; Chips inteligentes embutidos em objetos como produtos de supermercado e até animais de estimação terão que ser desativados no ponto de venda para proteger a privacidade dos compradores, de acordo com as diretrizes propostas nesta quinta-feira pela Comissão Européia. Uma consulta pública está sendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chip inteligente protege privacidade na União Européia</p>
<p>REUTERS</p>
<p> <br />
LONDRES &#8211; Chips inteligentes embutidos em objetos como produtos de supermercado e até animais de estimação terão que ser desativados no ponto de venda para proteger a privacidade dos compradores, de acordo com as diretrizes propostas nesta quinta-feira pela Comissão Européia.<br />
Uma consulta pública está sendo lançada nas diretrizes da &#8220;lei flexível&#8221; que a comissária de Mídia e Sociedade de Informação da União Européia, Viviane Reding, espera serem adotadas pela executiva do bloco para serem aplicadas em todos os 27 Estados membros.<br />
As diretrizes visam obter equilíbrio entre proteção de privacidade e ambiente propício para o desenvolvimento de tecnologias, segundo porta-voz da comissão.<br />
- A recomendação está temporariamente agendada para ser adotada antes do verão de 2008 &#8211; afirmou a comissão em comunicado.<br />
Aparelhos de Identificação de Rádio Freqüência (RFID) são como pequenas etiquetas ou marcadores que podem ser colocados em produtos nas lojas, como para evitar roubo, por exemplo. Também podem ser implantados em animais de estimação ou veículos para que seus donos os encontrem com mais facilidade.<br />
O uso crescente de RFID entre os varejistas aumentou os medos de que dados pessoais que eles costumavam reunir — por exemplo, um desses marcadores colocados numa roupa podem ser usados como ferramenta de vigilância.<br />
O pacote de diretrizes iniciar de Redings encoraja a criação de um símbolo comum identificando que o produto contém um chip RFID para que ele não seja usado secretamente.<br />
O marcador também deve ser desativado no local da venda a menos que o cliente peça o contrário.<br />
A recomendação coloca ainda que as associações comerciais que representam os fabricantes deve criar o código de conduta de uso do RFID.</p>
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		<title>Satélites acompanham vítimas de sequestro com chips no México, empresa pretende trazer seus chips para o Brasil</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Jan 2009 14:18:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nova Ordem Mundial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Microchip - Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Microchip]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Mica Rosenberg  QUERETARO, México (Reuters) &#8211; Os mexicanos afluentes, aterrorizados com a elevação no número de sequestros no país, estão investindo milhares de dólares para implantar pequenos transmissores sob a pele que permitirão a satélites localizá-los em seus locais de cativeiro. O número de sequestros subiu em quase 40 por cento entre 2004 e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt">Por Mica Rosenberg </div>
<p>QUERETARO, México (Reuters) &#8211; Os mexicanos afluentes, aterrorizados com a elevação no número de sequestros no país, estão investindo milhares de dólares para implantar pequenos transmissores sob a pele que permitirão a satélites localizá-los em seus locais de cativeiro.</p>
<p>O número de sequestros subiu em quase 40 por cento entre 2004 e 2007 no México, de acordo com estatísticas oficiais. O México se equipara a zonas de conflito como o Iraque e a Colômbia em termos de risco de sequestro.</p>
<p>O recente sequestro e homicídio de Fernando Marti, 14, filho de um conhecido empresário, deflagrou protestos em um país já acostumado ao crime.</p>
<p>Mais gente, entre os quais número crescente de mexicanos de classe média, está procurando o pequeno chip projetado pela Xega, uma empresa mexicana de segurança cujas vendas cresceram em 13 por cento este ano. Ela anunciou que conta com mais de dois mil clientes.</p>
<p>Os detratores dizem que o chip é pouco mais que uma engenhoca que não serve a qualquer propósito real de segurança.</p>
<p>A empresa injeta o chip envolto em cristal, do tamanho e forma de um grão de arroz, no corpo dos clientes, com uma seringa. Um transmissor no chip envia sinais de rádio a um aparelho maior que o cliente carrega e está equipado com um sistema de posicionamento global, informa a Xega. O satélite pode então localizar a pessoa que enfrenta problemas.</p>
<p>Cristina, 28, que não quis fornecer seu sobrenome, e sete outros membros de sua família receberam os chips no ano passado, &#8220;como medida preventiva&#8221;.</p>
<p>&#8220;Não é que sejamos ricos, mas eles sequestram as pessoas por um relógio. Todo mundo vive com medo&#8221;, ela diz.</p>
<p>O chip custa quatro mil dólares, e há uma taxa anual de 2,2 mil dólares pelo serviço.</p>
<p>A maioria dos sequestros no México passa sem denúncia, especialmente casos de sequestro relâmpago, em que a vítima é forçada a sacar dinheiro de caixas automáticos.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">A Xega considera que os sequestros estão em alta e planeja expandir seus serviços ao Brasil, Colômbia e Venezuela, no ano que vem.</span></p>
<p> </p>
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		<title>Portugal: Chip será aplicado em 5 milhões de carros</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Jan 2009 14:15:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nova Ordem Mundial</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Microchip]]></category>

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		<description><![CDATA[13-07-2008 O chip que o Governo pretende colocar nos automóveis contém informação sobre o seguro e a inspecção da viatura e ainda serve para pagar portagens. Portugal é o primeiro país a criar um sistema de identificação electrónica rodoviária.  Mas a proposta de lei, que será apresentada na quarta-feira, na Assembleia da República, poderá ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>13-07-2008</p>
<div id="HOTWordsTxt">O chip que o Governo pretende colocar nos automóveis contém informação sobre o seguro e a inspecção da viatura e ainda serve para pagar portagens. Portugal é o primeiro país a criar um sistema de identificação electrónica rodoviária. </p>
<p>Mas a proposta de lei, que será apresentada na quarta-feira, na Assembleia da República, poderá ter desvantagens arriscadas, a começar pela violação de privacidade, caso os dados pessoais do condutor contidos no chip &#8211; designado Dispositivo Electrónico de Matrícula (DEM) &#8211; sejam usados de forma indevida, avança o «Jornal de Notícias».</p>
<p>Dentro do Partido Social Democrata, é o deputado Fernando Santos Pereira quem partilha maiores dúvidas sobre o DEM, que &#8211; a ser aprovada a proposta &#8211; será obrigatório e aplicado em cinco milhões de viaturas. Cada chip custará 10 euros, ficando a despesa a cargo do condutor.</p>
<p>«Em causa está um novo meio de tratamento de dados pessoais. Quando assim é, geram-se novas possibilidades de invasão de privacidade. Importa, por isso, esclarecer se o diploma permite que os dados obtidos podem ser também utilizados para fins de investigação criminal». Por outro lado, acrescenta, será fundamental distinguir a identificação da viatura com a sua localização. E explica: «A localização geral e permanente de veículos, e dos percursos feitos pelos titulares em circulação, podem permitir uma violação ilegítima e não justificada da reserva da vida privada dos cidadãos».</p>
<p>http://diario.iol.pt/economia/portugal-governo-chips-carros-automoveis/971467-4058.html</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">Chip que Governo quer pôr nos automóveis viola a Constituição </span></strong><br />
<strong>Medida do Governo poderá colocar em risco direitos e garantias previstos na Lei Fundamental</strong></p>
<p>Helena Teixeira da Silva<br />
O chip que o Governo pretende colocar nos automóveis contém informação sobre o seguro e a inspeção da viatura e ainda serve para pagar portagens. Portugal é o primeiro país a criar um sistema de identificação electrónica rodoviária.</p>
<p>Mas a proposta de lei, que será apresentada na quarta-feira, na Assembleia da República, poderá ter desvantagens arriscadas, a começar pela violação de privacidade, caso os dados pessoais do condutor contidos no chip &#8211; designado Dispositivo Electrónico de Matrícula (DEM) &#8211; sejam usados de forma indevida.</p>
<p>Dentro do Partido Social Democrata, é o deputado Fernando Santos Pereira quem partilha maiores dúvidas sobre o DEM, que &#8211; a ser aprovada a proposta &#8211; será obrigatório e aplicado em cinco milhões de viaturas. Cada chip custará 10 euros, ficando a despesa a cargo do condutor.</p>
<p>&#8220;Em causa está um novo meio de tratamento de dados pessoais. Quando assim é, geram-se novas possibilidades de invasão de privacidade. Importa, por isso, esclarecer se o diploma permite que os dados obtidos podem ser também utilizados para fins de investigação criminal&#8221;. Por outro lado, acrescenta, será fundamental distinguir a identificação da viatura com a sua localização. E explica: &#8220;A localização geral e permanente de veículos, e dos percursos feitos pelos titulares em circulação, podem permitir uma violação ilegítima e não justificada da reserva da vida privada dos cidadãos&#8221;.</p>
<p>O cenário será tanto mais grave se não forem acauteladas as entidades que irão ser responsáveis pela segurança do sistema. &#8220;Estamos perante um instrumento tecnológico sofisticado que não pode correr o risco de ser pirateado por qualquer entidade privada ou outra&#8221;, alerta o deputado.</p>
<p>Nuno Magalhães, do Partido Popular, tem reservas de outro nível. &#8220;O Governo defende que este sistema servirá para reforçar a segurança rodoviária, mas não promoveu, nos últimos anos, uma única campanha de sensibilização&#8221;. Trata-se, diz, de pura fiscalização. Além disso, o deputado afirma não conseguir perceber &#8220;de que forma será possível controlar o veículo sem controlar o condutor&#8221;. Nesse sentido, partilha as preocupações de Fernando Santos Pereira. &#8220;Alguém tem o dever de assegurar que os dados serão rigorosamente controlados e destruídos quando não necessários para o objectivo em causa.&#8221;</p>
<p>http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=967561</p>
</div>
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		<title>Lula insiste no inconstitucional chip do carro para ampliar a farra da multa e ferir o direito de ir e vir</title>
		<link>http://novaordemmundial.net/chip-carro-lulahtml.html</link>
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		<pubDate>Sat, 03 Jan 2009 14:13:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nova Ordem Mundial</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Microchip]]></category>

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		<description><![CDATA[Quarta-feira, Julho 30, 2008   Edição de Quarta-feira do Alerta Total http://www.alertatotal.blogspot.com Por Jorge Serrão O “Grande Irmão”, em breve, vai andar com você de carro, e o Estado Policial também poderá controlar onde você vai – atentando contra a mais elementar liberdade de ir e vir. Interessado em faturar mais com a indústria das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt">
<p>Quarta-feira, Julho 30, 2008</p>
<p> </p>
<p>Edição de Quarta-feira do Alerta Total http://www.alertatotal.blogspot.com</p>
<p>Por Jorge Serrão</p>
<p>O “Grande Irmão”, em breve, vai andar com você de carro, e o Estado Policial também poderá controlar onde você vai – atentando contra a mais elementar liberdade de ir e vir. Interessado em faturar mais com a indústria das multas e doido para criar mais um instrumento de controle da vida privada, o desgoverno Lula chegou a uma versão final do projeto para implantar chips de identificação em todos os veículos do País até dezembro de 2009.</p>
<p>Os motoristas serão obrigados a instalar placas eletrônicas de identificação, em todos os veículos. Os chips conterão dados como números da placa, do chassi e do Renavam. A conversa mole oficial é que, com o controle, os governos poderão estudar medidas para aumentar a mobilidade urbana e diminuir o impacto do tráfego no ambiente. Mas o Siniav (Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos) deverá ser contestado no Supremo Tribunal Federal, por ser inconstitucional. É um crime de lesa-cidadania.</p>
<p> </p>
<p>Além de nos vigiar, ferindo nosso livre direito e ir e vir com, privacidade, o chip vai doer no bolso. Será aprimorado um infinito esquema de arrecadação de multas. Uma grana que ninguém sabe para onde vai. Sabe-se que a arrecadação da multa de trânsito entre nos cofres públicos sob a rubrica “Receitas Extra Orçamentárias”. Pos isso, não são fiscalizáveis pelos “tribunais” ou conselhos de contas estaduais e municipais.</p>
<p>O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) define que “95% da receita arrecadada com a cobrança das multas de trânsito será aplicada, exclusivamente, em sinalização, engenharia de tráfego, de campo, policiamento, fiscalização e educação de trânsito”. Tal lei é ficção no Brasil. Suspeita-se o dinheiro não é todo investido em programas de educação ou melhoria da sinalização de trânsito. A maior parte dele acaba financiando “mensalões” em refinados esquemas de corrupção.</p>
<p>O excremento legal do chip veicular foi aprovado, no final do ano passado, pela resolução 212 do Conselho Nacional de Trânsito, para entrar em vigor a partir de maio de 2008. Até novembro de 2011 todos os veículos em circulação no País deverão contar com o chip. A medida obriga a instalação chips em todos os veículos licenciados no País &#8211; incluindo motos, reboques e semi-reboques. O dispositivo deverá conter um número de série único e intransferível para cada veículo, além da placa, chassis e código do Renavam.</p>
<p>O chip será colado no pára-brisa dianteiro do carro, ou em um local ainda não definido da moto, e poderá ser “lido” por equipamentos eletrônicos de fiscalização. Cada chip nos carros emitirá um sinal de rádio diferente. Um receptor identifica o sinal e facilita na hora de checar multas dos veículos, pagamento do IPVA e até encontrar carros roubados. A tecnologia é chamada de Radio Frequency Identification (RFID) ou identificação por radiofreqüência.</p>
<p>Ontem, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) decidiu que caberá a cada Detran estadual escolher o tipo de etiqueta e só estabelecerá as medidas de segurança que cada equipamento tem de seguir. O Denatran apenas encerrou uma polêmica entre os fabricantes de sistemas e equipamentos de identificação por radiofreqüência. Parte das empresas defendia a adoção de etiquetas alimentadas por baterias do tipo já usado no &#8220;Sem Parar&#8221; dos pedágios. Outras empresas, porém, argumentavam que a opção com bateria é cara demais e defendiam a &#8220;etiqueta passiva&#8221;, que usa um chip simples, só ativado quando o carro cruza pelas antenas.</p>
<p> </p>
<p>Polêmica inútil à parte, o fato grave é que nossa privacidade será incinerada pelo Estado totalitário em franco processo de ascensão. Primeiro, chips nos carros. Depois, em pulseiras de localização, nos cartões bancários ou nos celulares (neste último caso, uma realidade atual). Não demora, microchips localizadores, ocultos nas vacinas, serão aplicados em nossas crianças. Isto não é ficção científica. É a triste realidade da ciência totalitária estudada no Brasil e no resto do mundo.</p>
<p>Os terrorismos psicossocial e administrativo fabricam crises artificiais ou situações complicadas no cotidiano, para manter as pessoas em um perpétuo estado de desequilíbrio físico, mental, emocional e financeiro. A ação para confundir e desmoralizar (baixar o moral) da população serve para evitar que os cidadãos decidam o seu próprio destino. O terror psicossocial se manifesta de várias formas, sutis ou evidentes.</p>
<p>São exemplos objetivos: as ações policialescas (em nome de uma falsa segurança); as exageradas multas e sanções; a tropa de tortura fiscal da Super Receita coagindo empresas e contribuintes; a carga tributária elevada e injusta; o colapso induzido nos sistemas de transporte e no trânsito; a lentidão da Justiça, gerando a sensação da impunidade; a demora do Estado judicialmente condenado em pagar precatórios; o excesso de burocracia para resolver simples problemas na máquina estatal; a exagerada exposição à violência ou a fatos violentos como se fossem normais; a forte exposição à pornografia e à luxúria, fatos também tomados como “normais” ou “naturais”.</p>
<p>Além do terrorismo psicossocial, o Estado emprega o Terrorismo Administrativo. Esta modalidade é definida como o emprego da burocracia e da máquina do Estado para criar dificuldades à vida social, política e econômica do cidadão. Em vez de solucionar questões do dia-a-dia, o Estado fabrica dificuldades. E nos vende pretensas soluções anti-terror ou pró-segurança (por um preço cada vez mais alto). fingindo que está protegendo o cidadão.</p>
<p> </p>
<p>Na verdade, o Estado usa suas armas para vigiá-lo e controlá-lo, a partir de sistemas de informação e segurança cada vez mais rígidos.É um exemplo de terrorismo administrativo a mais ampla catalogação dos cidadãos. Trata-se de um controle social ideológico exercido através do monitoramento da polícia secreta sobre os inúmeros registros civis: RG, CPF, Título de Eleitor, INPS, PIS, PASEP, FGTS, ISS, ICMS, Carteira de Habilitação de Motorista, IPTU, RENAVAN, Serasa/BC, contas bancárias, SPCs, INCRA, passaportes/PF, registros de armas, telefones, Internet.</p>
<p>Agora, o cidadão, dono de veículo automotor, vai se transformar em uma espécie de “gado do Estado”. Tal comparação tem base real. No Brasil, o rebanho bovino já perdeu a privacidade. Os fazendeiros amantes da tecnologia já instalaram chips localizadores nas orelhas de seus bois e vacas. Breve, o rebanho humano brasileiro vai pelo mesmo brejal da modernidade controladora. Mas tudo vai depender se vamos aceitar – ou não – ser vaquinhas do presépio. No desgoverno do Boi, tudo pode se esperar. (Gentileza Wilson)<br />
==================================================================<br />
OBS: Devagar, mas com já indisfarçável avidez nosso governo cumpre o projeto do demônio de tentar controlar, imobilizar, calar e mesmo sufocar o cidadão, que passará a ser escravo<br />
dos controladores do mundo. Sabemos que emprestimos e vantagens internacionais são oferecidas e facilitadas aos governos obedientes e o nosso é obediente ao extremo, diria que é subserviente, até de forma repugnante.<br />
Este dinheiro e os valores arrecadados em multas que não precisam ser fiscalizadas pelos órgãos controladores &#8211; e se são do mesmo governo que diferença faz &#8211; na verdade engordam os caixas de campanha e fazem do erário público verdadeira esbórnia, e antro de farras. No meio disso o cidadão obediente, calado, esmagado passa a ser nada mais que um títere &#8211; um daqueles bonequinhos manipulados com cordinhas &#8211; totalmente nas mãos deste governo imoral, corrupto e fascínora.<br />
Se o simples fato de que eles podem estar colocando sistemas de controles em nossos filhos através da vacinas &#8211; por qual motivo tantos castigos para quem não cumpre a tabelinha? &#8211; já os assusta, que tal dizer que já existem controles feitos através de partículas espalhadas no ar, através da nanotecnologia? Então você nega um chip debaixo da pele mas é monitorado do mesmo jeito através de alguns grãos de pó ativados, que ficaram em seus pulmões. Isso existe! Pelo que sei tem sido usado no Iraque!<br />
Tudo isso cumpre o que está dito no Livro do Apocalipse, capítulo 13. Entretanto, não devemos ter medo de nada disso, apenas ter cuidado com o chip que é colocado nas costas da mão ou na testa. Somente este não deve ser aceito. Os outros são inofensivos para a alma, embora sempre controles malditos diretamente exigidos pelo demônio, para escravisar as pessoas, porque ele mesmo escravo eterno do próprio orgulho e loucura.<br />
Se o seu carro tiver que ser marcado com o chip, não tem problema. Ele não tem alma. Basta andar com as contas em dia, e isso deve ser feito até sem o chip.<br />
Então, sem medo: Deus vencerá sempre! &#8230;E nós com Ele!</p>
</div>
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		<title>Governo estuda um novo modelo de carteira de identidade. A proposta é unificar o documento e fazer um cadastro único. Novo modelo reúne informações pessoais, número de CPF e de título de eleitor.</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Jan 2009 14:11:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nova Ordem Mundial</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O governo estuda um novo modelo para as carteiras de identidade que devem ser adotadas a partir de janeiro do ano que vem. A proposta é unificar o documento e fazer um cadastro único para evitar que a pessoa consiga tirar uma identidade diferente em outro estado. O estado da Guanabara acabou há 33 anos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt">
<p>O governo estuda um novo modelo para as carteiras de identidade que devem ser adotadas a partir de janeiro do ano que vem. A proposta é unificar o documento e fazer um cadastro único para evitar que a pessoa consiga tirar uma identidade diferente em outro estado.</p>
<p>O estado da Guanabara acabou há 33 anos. Mas até hoje a aposentada Neli Nogueira Campos usa a carteira de identidade emitida lá em 1964. Só procurou o posto de identificação em Brasília porque vai viajar para a Argentina. “Nós vamos viajar em dezembro e a Argentina exige que a identidade tenha menos de dez anos”, disse.</p>
<p>Todos os dias muita gente que tem carteira de identidade de outros estados vem aqui para tirar o documento de novo. E ao posto não cabe questionar. “As pessoas que vem até aqui são atendidas, não há nenhum impedimento, não há nada que os impeça, não há uma lei que diga que eles não possam vir até aqui fazer, então eles vem e são atendidos”, disse Etiene da Costa, gerente do Posto de Identificação do Distrito Federal.</p>
<p>Mas a partir do ano que vem isso vai mudar. Os estados vão passar a identificar as pessoas com foto digital e impressões digitais tiradas na hora. Nada mais de pintar os dedos. É como já são feitos os passaportes.</p>
<p>A polícia federal aprovou esse modelo de cartão de identidade. Ele reúne todas as informações pessoais, mais número de CPF e de título de eleitor armazenados num chip. E há outros itens de segurança como a marca d’água e a maneira como os dados serão inscritos no cartão.</p>
<p>Todos os estados vão passar a ter os mesmos equipamentos para emitir a identidade e os dados essenciais serão mandados para formar o cadastro nacional único. Sempre que alguém for tirar o documento, os institutos de identificação estaduais farão uma consulta on line a essa central para que cada brasileiro tenha apenas um número de identidade.</p>
<p> </p>
<p>O Ministério da Justiça coordena a implantação do sistema de registro único de identidade civil. A mudança será feita ao longo de nove anos. 150 milhões de brasileiros devem trocar a identidade. Uma das principais vantagens é evitar fraudes.</p>
<p>Fonte: G1</p>
</div>
<p> </p>
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		<title>Pais já monitoram filhos dentro de escola em SP com imagens via internet</title>
		<link>http://novaordemmundial.net/pais-monitoram-filhos.html</link>
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		<pubDate>Sat, 03 Jan 2009 14:07:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nova Ordem Mundial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Microchip - Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[04/03/08 O Globo Online-SÃO PAULO &#8211; Os pais dos cerca de 600 alunos da Escola Municipal &#8220;Lázaro Cassimiro de Lima&#8221; já monitoram como estão os seus filhos durante o período de aulas. Há 20 dias, eles fazem isso de casa, da frente do computador, acompanhando as imagens gravadas por quatro câmeras instaladas pela Prefeitura no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><span style="font-family: Verdana;">04/03/08</span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana;">O Globo Online-SÃO PAULO &#8211; Os pais dos cerca de 600 alunos da Escola Municipal &#8220;Lázaro Cassimiro de Lima&#8221; já monitoram como estão os seus filhos durante o período de aulas. Há 20 dias, eles fazem isso de casa, da frente do computador, acompanhando as imagens gravadas por quatro câmeras instaladas pela Prefeitura no estabelecimento. As imagens são transmitidas ao vivo pela internet e mostram o pátio, a biblioteca, a quadra e a sala de cinema.</span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana;">As câmeras começaram a funcionar há 20 dias, como teste. A direção da escola, de ensino fundamental, afirma que os pais de alunos e também os professores aprovaram a novidade.</span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana;">O pastor evangélico Damião Alves dos Santos, por exemplo, vê o que o filho faz na escola da sala de sua casa, pelo computador.</span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana;">Estou em casa, mas sabendo o que ele faz na escola &#8211; disse.</span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana;">O &#8216;Big Brother&#8217; escolar foi idéia do diretor da escola, Paulo César Bacagini, que espalhou quatro câmeras e distribuiu senhas para acesso às imagens pela internet. Ao jornal Comércio de Franca, Bacagini afirmou que as câmeras integram a comunidade à escola, &#8220;Queremos que os pais vejam que a escola pública não é aquele tumulto que muita gente imagina&#8221;, afirmou ele na reportagem.</span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana;">-No início, o sistema tinha como objetivo a preservação do patrimônio. Mas depois, vimos que era possível que os pais monitorassem seus filhos &#8211; afirma.</span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana;">Só um lugar da escola não tem câmeras: a sala de aula. Mas, se depender da vontade da prefeitura, isso também vai mudar. Há, porém, resistência por parte dos professores, que admitem invasão de privacidade.</span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana;">-Vamos nos sentir como no ´Big Brother`, vigiados durante 24 horas &#8211; afirma a professora Rose Gonçalves.</span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana;">As câmeras de monitoramento da escola custaram R$ 5 mil. A prefeitura informou que, em 30 dias, todas as escolas da rede municipal vai receber o sistema de vigilância.</span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana;">O prefeito Amarildo Thomás do Nascimento informou ao jornal que no próximo mês começa a instalar 12 câmeras na Escola Municipal Gilberta Vilela Rosa, onde mais 900 alunos estudam em três turnos. Para ele, o sistema ajuda também na vigilância da escola à noite.</span><span style="font-size: x-small; color: #ff0000; font-family: Verdana;"><strong><br />
</strong></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O desenvolvimento das tecnologias de rastreamento permite localizar uma pessoa em qualquer lugar do planeta, instantaneamente e com mínima margem de erro. Está em curso uma revolução que já começou a transformar</title>
		<link>http://novaordemmundial.net/rastreamento-comecou.html</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Jan 2009 14:33:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nova Ordem Mundial</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Microchip]]></category>

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		<description><![CDATA[Você está aqui  O desenvolvimento das tecnologias de rastreamento permite localizar uma pessoa em qualquer lugar do planeta, instantaneamente e com mínima margem de erro. Está em curso uma revolução que já começou a transformar o cotidiano da humanidade Ronaldo Soares Ilustração Attílio VEJA TAMBÉM Nesta reportagem • Quadro: Arsenal da localização • Quadro: Ajuda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span class="revistasTitulo"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">Você está aqui </span></span></p>
<p class="revistasSubTitulo" align="left"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">O desenvolvimento das tecnologias de rastreamento<br />
permite localizar uma pessoa em qualquer lugar do<br />
planeta, instantaneamente e com mínima margem de erro.<br />
Está em curso uma revolução que já começou a transformar<br />
o cotidiano da humanidade</span></p>
<p class="revistasAssinatura" align="left"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;"><img src="http://fimdostempos.org/wp-admin/images/fio_assinatura.gif" alt="" width="223" height="5" /><br />
Ronaldo Soares</span></p>
<table border="0" cellspacing="1" cellpadding="2" width="300" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><span class="revistasCorpo"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;"><span class="revistasCredito">Ilustração Attílio<br />
<img src="http://www.fimdostempos.net/images/rastreamento1.jpg" alt="" width="300" height="401" /></span></span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;"></p>
<p></span></p>
<table border="0" cellspacing="9" cellpadding="0" width="200" align="right" bgcolor="#eeeeee">
<tbody>
<tr>
<td>
<div id="retrancaCC9900"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">VEJA TAMBÉM</span></div>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;"><span style="color: #cc9900;"><strong>Nesta reportagem</strong><br />
• </span><strong><a href="http://veja.abril.uol.com.br/090408/popup_especial01.html" target="_blank">Quadro: Arsenal da localização</a></strong></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;"><span style="color: #cc9900;">• </span><strong><a href="http://veja.abril.uol.com.br/090408/popup_especial02.html" target="_blank">Quadro: Ajuda via satélite</a></strong></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">A evolução da humanidade não é uma linha contínua. Ela se dá em degraus. Cada novo lance produz os chamados saltos evolutivos. Foi assim na domesticação do fogo, no advento da energia elétrica e na invenção do computador. Cada uma a seu tempo, essas descobertas mudaram a forma de o indivíduo se relacionar com o planeta e tornaram a vida mais e mais viável. Pois agora, graças ao avanço tecnológico das telecomunicações, outro degrau está sendo vencido. É o que permite que cada pessoa possa ser encontrada, a qualquer momento, nos 510,3 milhões de quilômetros quadrados que compõem a superfície do globo terrestre. Sem sair de casa, uma família que more no Morumbi, em São Paulo, pode saber com margem de erro de apenas 10 metros a localização de um parente ou amigo que esteja em Turiaçu, no litoral do Maranhão, a 3.120 quilômetros da capital paulista. O indivíduo já não é mais uma partícula quase imperceptível entre os 6,6 bilhões de pessoas que povoam o planeta, mas um ponto em movimento em um mapa exposto na tela do celular ou do computador de alguém.</span></span></p>
<p><span class="revistasCorpo"></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">Tudo isso se tornou possível graças à conjugação de tecnologias de rastreamento, posicionamento e navegação, entre outras. Esse cruzamento trouxe o mundo da geotecnologia – como é conhecido o processamento de informações com base em referências geográficas – para o cotidiano dos cidadãos comuns. É ela que impulsiona um mercado em franca expansão: o dos serviços baseados em localização (LBS, na sigla em inglês). Seu principal componente é um instrumento surgido na década de 70, o GPS <em>(<a href="http://veja.abril.uol.com.br/090408/popup_especial01.html" target="_blank"><span style="color: #cc9000;">veja o quadro</span></a>),</em> que permite determinar a latitude, a longitude e a altitude de qualquer ponto na Terra. A partir dos anos 90, foram aperfeiçoados os mecanismos para encontrar alguém através do celular, pois os aparelhos estão em contato permanente com as antenas espalhadas pelas cidades. Basta cruzar os dados de três antenas para localizar um aparelho – e seu usuário. Desenvolvidas com funções totalmente distintas, essas tecnologias se uniram definitivamente. E, enriquecidas por ferramentas como mapas digitais, produziram um avanço espantoso. Diz Marcos Rodrigues, professor titular da Escola Politécnica da USP: &#8220;Estamos experimentando uma mudança brutal do jeito de viver. O indivíduo móvel, posicionado e se comunicando, é um outro ser, um outro bicho&#8221;.</span></span></p>
<p></span></p>
<p align="left">
<table border="0" cellspacing="1" cellpadding="2" width="450" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;"><span class="revistasCredito">Fotos Divulgação<br />
<img src="http://www.fimdostempos.net/images/rastreamento2.jpg" alt="" width="450" height="194" /></span></span></td>
</tr>
<tr>
<td class="revistasLegenda"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">Centro de monitoramento do GPS, nos Estados Unidos <em>(à dir.):</em> o mundo esquadrinhado por uma rede de 24 satélites<em> (à esquerda)</em></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">Entre os benefícios desse avanço tecnológico, a segurança é o mais imediato. Não é mero acaso o fascínio que vem despertando. Existem produtos e serviços para todos os segmentos e faixas etárias: crianças, adolescentes e adultos. Uma das novidades no mercado de localizáveis é um tênis com GPS embutido na sola. O calçado envia informações sobre a localização da pessoa para uma central de monitoramento a que a polícia pode recorrer, se for o caso. O produto será lançado em julho nos Estados Unidos, mas já despertou interesse tanto de consumidores preocupados com a proteção da família como de praticantes de esportes de aventura, que se embrenham por florestas, por exemplo. A expectativa do fabricante é vender 100 000 pares por ano.</span></span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">A idéia de criar o calçado rastreável por satélite surgiu durante uma viagem de negócios do executivo Isaac Daniel a Nova York. Seu telefone tocou, e era uma ligação daquelas que os pais nunca estão preparados para receber, embora vivam assombrados pela idéia. Do outro lado da linha, o diretor da escola do filho de Daniel informava que o menino, então com 8 anos, havia desaparecido enquanto esperava o ônibus para casa. Tomado de pavor, o executivo pegou o primeiro vôo de volta para Atlanta, onde mora. Só ao desembarcar descobriu que tudo não passara de um mal-entendido. O menino havia ido ao banheiro sem avisar os professores e acabou se desencontrando, por um bom tempo, dos supervisores na saída da escola. &#8220;Aquele susto me fez pensar em como usar a tecnologia para encontrar pessoas desaparecidas&#8221;, disse Daniel a VEJA. Foi assim que ele desenvolveu o tênis, que vai custar 325 dólares. &#8220;Há nos produtos com GPS um fator de proteção que encanta os consumidores&#8221;, diz.</span></span></p>
<p align="left">
<table border="0" cellspacing="1" cellpadding="2" width="300" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><span class="revistasCorpo"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;"><span class="revistasCredito">Fabiano Accorsi<br />
<img src="http://www.fimdostempos.net/images/rastreamento3.jpg" alt="" width="300" height="201" /></span></span></span></td>
</tr>
<tr>
<td class="revistasLegenda"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">Vânia Menezes e os dois filhos: controle com ajuda do mapa na tela de seu celular</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">Se no caso do americano o fator de proteção passa pelos pés, para a maioria dos consumidores que aderem às tecnologias de localização a solução está na palma da mão. Como a webdesigner paulista Vânia Menezes, que descobriu as maravilhas de poder localizar a família pelo celular. Mãe de Ana Cláudia, de 15 anos, e Gustavo, de 10, Vânia assinou o serviço de uma das três operadoras que oferecem tal possibilidade. Com isso, seu celular exibe um mapa com a localização de qualquer telefone que tenha cadastrado em seu aparelho. E ela jura que isso não interfere em nada na liberdade que dá aos filhos. &#8220;É uma forma de garantir a minha tranqüilidade e de me sentir mais segura quando minha filha quer sair com os amigos&#8221;, diz Vânia. Já o analista de sistemas carioca Paulo Rabello, de 46 anos, admite que passou a ter noites de sono mais tranqüilas depois que assinou um serviço de localização do celular do filho Pablo, de 15 anos. Pela internet, Rabello consegue acompanhar os passos do filho pelas ruas do Rio de Janeiro. Há quem não se incomode nem um pouco com o potencial de vigilância contido nessas inovações e até as encare como diversão. É o que acontece nos Estados Unidos, onde serviços de localização pela internet ou pelo celular, como Loopt e Buddy Beacon, fazem sucesso entre jovens e adolescentes. Esses serviços permitem ao assinante acompanhar os movimentos de uma pessoa que esteja cadastrada e possua um celular equipado com chip de GPS. Só é &#8220;monitorado&#8221; quem for convidado (e aceitar, claro) a compartilhar sua localização. Por isso, os aparelhos de pais e mães normalmente não são bem-vindos. Se nos sites de relacionamento da internet os participantes trocam idéias, nos serviços de rastreamento os usuários compartilham seus deslocamentos. É como se as comunidades virtuais do Orkut ganhassem pernas.</span></span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">O avanço das tecnologias de comunicação sempre exerceu fascínio na humanidade. O cigano Melquíades, em <em>Cem Anos de Solidão,</em> de Gabriel García Márquez, explicava assim as virtudes do binóculo, que vendia como a grande invenção do momento na aldeia de Macondo: &#8220;A ciência eliminou as distâncias&#8221;. Para comprovar, colocou uma cigana na entrada da aldeia para todos darem uma espiada no novo invento. Diante do espanto geral, Melquíades sentenciou: &#8220;Dentro em pouco o homem poderá ver o que acontece em qualquer lugar da Terra sem sair de casa&#8221;. Escrito em 1967, o livro se referia ao surgimento da televisão. Passados mais de quarenta anos, a profecia do cigano chegou a um paroxismo. Isso é feito em tempo real e, graças à internet, com recursos muito mais modestos do que os necessários a uma cobertura ao vivo feita por uma emissora de TV. E não é só isso. O ser humano adquiriu a possibilidade de trabalhar e interagir em qualquer lugar onde esteja. Já há mais de uma década ninguém precisa do escritório para telefonar ou, mais recentemente, passar um e-mail. Isso é feito na calçada, com o celular. Se a tarefa for um pouco mais complicada, basta entrar em qualquer loja de uma grande rede de cafés, como a Starbucks, para ter acesso livre à internet. Ou, como já acontece em muitas cidades, dirigir-se a alguma área pública, como praças e jardins, onde haja cobertura da internet sem fio, a tecnologia wireless<em>. </em>De uma hora para outra as pessoas se viram livres das amarras de tempo e espaço. Para elas, o que a localização instantânea faz é criar uma espécie de endereço virtual estejam onde estiverem. Uma nova forma de localização no espaço.</span></span></p>
<p align="left">
<table border="0" cellspacing="1" cellpadding="2" width="300" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><span class="revistasCorpo"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;"><span class="revistasCredito">Oscar Cabral<br />
<img src="http://www.fimdostempos.net/images/rastreamento4.jpg" alt="" width="300" height="190" /></span></span></span></td>
</tr>
<tr>
<td class="revistasLegenda"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">Paulo Rabello e o filho Pablo: auxílio da internet e do celular para a tranqüilidade da família</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">Essa possibilidade foi potencializada recentemente pela invenção da web geográfica. É assim que se chama o dispositivo que permite aos usuários apontar no globo terrestre sua precisa localização, num determinado momento, ou os lugares por onde passou. E mais, disponibilizar isso para que outras pessoas vejam. É como mandar o seu álbum de viagem aos amigos pela internet para que eles localizem seu roteiro pelo planeta. &#8220;Isso é a neogeografia, a possibilidade de toda pessoa ser um geógrafo, de qualquer um cartografar a Terra&#8221;, diz o engenheiro cartógrafo Emerson Granemann, editor do portal de informações InfoGPS. O uso dessa tecnologia por empresas, como as do setor imobiliário, tem vantagens evidentes. Por isso, os gigantes Google, Yahoo! e Microsoft travam uma luta para que seus programas de localização global, dos quais o Google Earth é o mais conhecido, caiam na preferência dos usuários. Outra frente dessa guerra se dá no mercado de navegadores – aparelhos portáteis ou acoplados a automóveis –, cujos fabricantes travam disputas bilionárias por fornecedores de mapas digitais. Numa investida radical nesse segmento, a Nokia desembolsou 8 bilhões de dólares no fim do ano passado para adquirir a Navteq, uma das líderes em desenvolvimento e fornecimento de mapas digitais. A aquisição resultou numa das maiores empresas do mundo em serviços LBS. Essa guerra, para os consumidores, se traduz em comodidade. Umnavegador por GPS no carro mudou a rotina do executivo paulistano Ronaldo Tesseha, de 47 anos. &#8220;Acabou aquele negócio de perder tempo no trânsito quando se erra uma bifurcação em São Paulo&#8221;, diz.</span></span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">O grande impulso para a febre de localização do indivíduo se deu graças a uma lei adotada nos Estados Unidos no fim dos anos 90. Ela obrigava as operadoras de telefonia móvel a situar geograficamente de onde partiam as chamadas feitas de celular para o serviço de emergência 911. A solução que se mostrou mais eficiente foi a incorporação de chips com GPS aos aparelhos. A partir daí, as operadoras descobriram um novo filão para um sistema que foi concebido originalmente para uso militar. O GPS surgiu durante a Guerra Fria, no fim dos anos 70, pelas mãos do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. O sistema é formado por uma rede de 24 satélites <em>(<a href="http://veja.abril.uol.com.br/090408/popup_especial01.html" target="_blank"><span style="color: #cc9900;">veja o quadro</span></a>)</em> que monitoram a superfície terrestre. Nas últimas décadas, surgiram novos sistemas de rastreamento global. O mais conhecido concorrente do GPS é o Glonass, desenvolvido pelos russos. Outros dois estão a caminho: o europeu Galileo e o chinês Compass. Quando todos estiverem operando, a vida na Terra estará sob a vigilância de uma rede de aproximadamente 100 satélites.</span></span></p>
<p align="left">
<table border="0" cellspacing="1" cellpadding="2" width="250" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><span class="revistasCorpo"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;"><span class="revistasCredito">Daniel Aratangy<br />
<img src="http://www.fimdostempos.net/images/rastreamento5.jpg" alt="" width="250" height="287" /></span></span></span></td>
</tr>
<tr>
<td class="revistasLegenda"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">Ronaldo Tesseha: uso do navegador por GPS para não se perder nas ruas de São Paulo</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">O mercado de localizáveis está apenas engatinhando, mas seus números já impressionam. O total de aparelhos móveis (na grande maioria celulares) equipados com GPS no mundo era de 175 milhões em 2007. Esse número tende a explodir. Serão 560 milhões de unidades daqui a quatro anos, pelos cálculos da Berg Insight, empresa especializada em pesquisas sobre a indústria de telecomunicações. A chave do sucesso para esse segmento está na convergência de mídias. Ou seja, soluções que combinam várias funções num mesmo aparelho. &#8220;Nesse campo, as inovações vêm acontecendo numa velocidade impressionante&#8221;, diz Fernando Soares, diretor de engenharia de vendas da Nokia para a América Latina. Ele lembra que há apenas seis anos surgia o primeiro telefone celular equipado com câmera fotográfica. Hoje, já é considerado básico do básico o celular que, além de tirar fotos, toque arquivos de música, disponibilize joguinhos eletrônicos e grave vídeos. E não há limites para a imaginação quando se trata de inventar funções para o celular. A japonesa DoCoMo, por exemplo, desenvolveu um aparelho que monitora a freqüência cardíaca, mede a taxa de gordura corporal e calcula a distância percorrida pelo usuário em caminhadas ou corridas. É o celular da boa forma.</span></span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">Esses avanços são proporcionais à procura. No caso dos serviços de localização, o apelo aumenta à medida que as cidades se tornam mais populosas. É mais fácil encontrar uma pessoa na solidão de uma geleira do Ártico do que nos espremidos centros urbanos. Tóquio, por exemplo, registrava uma média de 3.356 habitantes por quilômetro quadrado nos anos 40, proporção que praticamente dobrou nos dias atuais – 5.751. Em São Paulo, o inchaço foi ainda mais impressionante: no mesmo período, a média de habitantes por quilômetro quadrado passou de 656 para 7.175. Em um ambiente de vertiginosa aglomeração como esse, a individualidade se dilui. É aí que entram os sistemas de localização. Por isso mesmo o uso desse tipo de recurso deixou de ser uma idéia assustadora. Até bem pouco tempo atrás, esses mecanismos eram satanizados, representavam o controle sobre a vida dos cidadãos. Algo semelhante ao Big Brother (Grande Irmão) do livro <em>1984,</em> de George Orwell.</span></span></p>
<p align="left"><span class="revistasCorpo"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">Atribuir a essas tecnologias o fim da privacidade constitui um exagero e uma imprecisão. &#8220;As pessoas hoje podem se sentir incomodadas por alguém saber sua posição em um dado instante. Mas elas já são amplamente monitoradas por cartões de crédito e de débito, cartões de acesso a prédios e escolas, provedores, portais, sites&#8221;, diz Marcos Rodrigues, da USP. &#8220;Sabe-se muito sobre as pessoas, mas elas não se dão conta ou não se preocupam com isso.&#8221; Amados ou odiados, os sistemas de localização tendem a se popularizar e a incorporar outras inovações, disse a VEJA o futurólogo inglês Patrick Dixon. Uma de suas apostas é a combinação das atuais tecnologias com os sistemas de identificação por radiofreqüência (RFid, na sigla em inglês). São etiquetas especiais que podem ser fixadas em qualquer roupa ou objeto e emitem sinais captados por antenas. Trata-se da mesma ferramenta usada nas pistas livres dos pedágios, nas quais a cobrança é feita quando um dispositivo preso ao vidro do carro se comunica com uma antena, autorizando a cobrança. Dixon acredita que esse cruzamento de tecnologias vai resultar em serviços cada vez mais personalizados. &#8220;Em breve, isso vai possibilitar que uma pessoa, ao se aproximar de um shopping, receba pelo celular uma mensagem informando os descontos que terá em determinada loja&#8221;, diz. Como se vê, essa revolução está apenas começando.</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p align="center"><span class="revistasCorpo"></span></p>
<p align="left"><img src="http://www.fimdostempos.net/images/rastreamento6.jpg" alt="" width="237" height="672" /></p>
<p align="left">Fonte: Revista Veja &#8211; Edição 2055 &#8211; 9 de abril de 2008<span style="font-size: x-small; color: #ff0000; font-family: Verdana;"></p>
<p align="left"><strong><br />
</strong></p>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Loja do grupo alemão Metro está totalmente integrada com tecnologia RFID, PDAs, carrinhos e balanças inteligentes e máquinas que fazem o check out dos clientes</title>
		<link>http://novaordemmundial.net/chip-mercado-alemanha.html</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Jan 2009 14:25:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nova Ordem Mundial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Microchip - Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Microchip]]></category>

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		<description><![CDATA[Supermercado do futuro já funciona na Alemanha Loja do grupo alemão Metro está totalmente integrada com tecnologia RFID, PDAs, carrinhos e balanças inteligentes e máquinas que fazem o check out dos clientes Por Bárbara Oliveira Fotos: Divulgação A future store do supermercado alemão Extra já utiliza a identificação de etiquetas por radiofreqüência e Personal Digital [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="Texto" align="left"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;"><em><span class="Titulos">Supermercado do futuro já funciona na Alemanha</span></p>
<p><span class="olho">Loja do grupo alemão Metro está totalmente integrada com tecnologia RFID, PDAs, carrinhos e balanças inteligentes e máquinas que fazem o check out dos clientes</span></em></p>
<p><span class="Texto-cinza">Por Bárbara Oliveira</span></span></p>
<table style="height: 515px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="5" width="176" align="left">
<tbody>
<tr>
<td width="166" height="515">
<table class="borda" style="height: 505px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="5" width="166" bgcolor="#f8f8f8">
<tbody>
<tr>
<td width="154" height="120">
<p align="left"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;"><span class="credito">Fotos: Divulgação</span><br />
<img src="http://www.fimdostempos.net/images/chip-mercado-alemanha1.jpg" alt="" width="86" height="57" /></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="legenda" height="120">
<p align="left"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">A future store do supermercado alemão Extra já utiliza a identificação de etiquetas por radiofreqüência e Personal Digital Assistants (PDAs) em carrinhos e gôndolas e os clientes fazem o checkout sem a ajuda de funcionários</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td height="209">
<p align="left"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;"><img src="http://www.fimdostempos.net/images/chip-mercado-alemanha2.jpg" alt="" width="150" height="199" /></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="legenda" height="54">
<p align="left"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">Nos terminais é fácil ter informações da composição de produtos e até receitas</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="Texto" align="left"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">Atendimento rápido e eficiente garantem ao lojista mais rotatividade de clientes e produtividade à empresa. Nem sempre isso é possível, porque quase todas as operações do varejo tanto na retaguarda como na frente da loja ainda dependem da intervenção humana, com erros de manuseio, controle de gôndolas, reposição de estoques, transporte etc.</p>
<p>Aos poucos essa realidade está mudando. O varejo do futuro trará muito mais rapidez e comodidade ao cliente, individualização e personalização no atendimento e, para o lojista, uma redução de custos, uma maior rotatividade nos estoques, mais eficiência na relação com fornecedores e integração da logística com sistemas de gestão.</p>
<p>Alguns exemplos de como vai funcionar essa automação podem ser vistos parcialmente em alguns supermercados e empresas de grande porte mundo afora. Um dos casos mais conhecidos e onde a integração de sistemas chegou ao máximo, é o supermercado Extra, do grupo alemão Metro –um gigante do varejo, presente em 28 países.</p>
<p>Na pequena cidade de Rheinberg, no noroeste da Alemanha, foi aberta em 2003 a future store Extra, um conceito que utiliza a identificação de etiquetas por radiofreqüência (RFID) e Personal Digital Assistants (PDAs) integrados às mercadorias, carrinhos de compras, gôndolas, estoques e fornecedores. Cada etiqueta –e elas podem ter vários formatos, desde rótulos adesivos até pulseiras de plástico– dispõe de uma antena e um chip com uma seqüência de números que é transmitida para o computador via radiofreqüência. Tais chips podem identificar qualquer tipo de mercadoria –de balas a containers transportados por navios–, o que vai permitir o controle de todos os itens, desde a hora em que eles saem de seu lugar ou país de origem até a colocação nos carrinhos dos clientes.</p>
<p>Desde que abriu a loja de seu supermercado do futuro (<a href="http://www.future-store.org/" target="_blank">www.future-store.org</a>) há dois anos, o grupo Metro já identificou um aumento de 30% em sua base de clientes de Rheinberg. E uma prova de que os consumidores se acostumam rápido com as novidades é que 85% deles já utilizam as tecnologias oferecidas pelo Extra. Mesmo os clientes com idade acima de 60 anos não se intimidam na frente das balanças inteligentes que pesam e reconhecem o produto para o consumidor fazer o pagamento na saída.</p>
<p>No Extra alemão, todas as soluções de empresas como a IBM, Intel, SAP, Cisco, Microsoft, Oracle, Philips e Symbol foram integradas aos fornecedores Johnson &amp; Johnson, Coca Cola, DHL, Gillete, Procter &amp; Gamble, entre outros, num ambiente real.</p>
<p>Na loja, o cliente pega um carrinho com um display comandado por um Personal Shopping Assistant (PSA). Esse display, além de escanear as etiquetas dos produtos, também é capaz de fazer a leitura das informações do cartão inteligente do consumidor, muito útil nas futuras compras, pois ajuda a pessoa a encontrar o que costuma adquirir com freqüência e indicar onde as mercadorias se encontram. O mesmo cartão credita os pontos de fidelidade. O PSA do carrinho auxilia no subtotal das compras, pois todos os produtos com as etiquetas RFID já foram escaneados ao serem colocados ali dentro, o que agiliza bastante o check out.</p>
<p>Ao longo da loja, existem os terminais informativos de mercadorias, que trazem detalhes da fabricação, modos de preparo e até receitas. As etiquetas inteligentes permitem que os preços estejam sempre atualizados nas gôndolas, evitando discrepâncias de valores entre as prateleiras e as máquinas de saída. No caixa, o consumidor pode pagar nessas máquinas automáticas com seu cartão de crédito ou do banco, ou pedir ajuda para a atendente totalizar com apenas um comando no display do carrinho. Esses selfcheck outs já estão disponíveis em outras 40 lojas do grupo Metro e devem dobrar de número neste ano.</p>
<p>A tecnologia da loja do futuro permite a comunicação em tempo real por meio de radiofreqüência (RFID), agilizando a reposição das gôndolas e dando baixa nos estoques por meio dos PDAs que os funcionários carregam. Sim, os funcionários devem permanecer (talvez em menor número) como elementos importantes para auxiliar clientes e a retaguarda, mesmo num ambiente em que a automação comanda o processo. Com essa rotatividade no estoque, os fabricantes podem programar suas áreas de produção e reduzirem custos, além de aumentarem o controle de qualidade dos produtos, pois suas datas de validade serão monitoradas com mais regularidade.<br />
&#8221; A loja do futuro é um claro exemplo de que a tecnologia é o fio condutor entre o fabricante, o varejo e o consumidor&#8221;, observa o Peter Zencke, membro do board executivo da SAP.</p>
<p><strong>Wal-Mart</strong> &#8211; A rede varejista norte-americana Wal-Mart também está testando as etiquetas de identificação RFID desde 2004 em uma loja do Texas. A empresa tinha uma meta de chegar, em janeiro deste ano, a 100 fornecedores utilizando as etiquetas nas mercadorias. Mas essa meta fracassou, e a Wal-Mart teve de adiar o projeto de integração.</p>
<p>Os fornecedores alegam que a padronização da tecnologia para o número de identificação ainda não foi concluída, que as etiquetas ainda são muito caras (US$ 0,25 a US$ 0,75) e equipamentos ainda estão em fase de desenvolvimento. Todos esses fatores atrasaram o projeto. O resultado é que uma pequena parcela (cerca de 15%) dos fornecedores integrou a tecnologia em parte de suas embalagens e em caixas que ficam em depósitos, embora a Wal-Mart espere que eles adotem as etiquetas em 65% dos produtos ainda neste ano.</p>
<p>A previsão dos consultores e de empresas integradoras envolvidas no processo é de que a adoção em massa dessa nova tecnologia se dará num prazo máximo de 8 a 10 anos. De qualquer maneira, deve levar menos tempo do que os quase 20 anos que código de barras exigiu para se consolidar e se tornar tão popular.</span></p>
<p class="Texto" align="left"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">fonte: <a href="http://www.dcomercio.com.b/">www.dcomercio.com.br</a></span></p>
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