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	<title>Nova Ordem Mundial.net &#187; Crise Econômica Mundial &#8211; Notícias</title>
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	<description>Microchips, Governo Único, Religião Universal, Moeda Única, Controle Global, Crise Econômica Mundial.............Um só Governo, Uma só moeda, Todos marcados: É o que eles querem</description>
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		<title>Investidor comete suicídio em NY após perdas com caso Madoff</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Jan 2009 17:51:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nova Ordem Mundial</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O gerente francês de investimentos Rene-Thierry Magon de la Villehuchet, 65, cometeu suicídio nesta terça-feira, devido às perdas que o “hedge fund” (categoria de investimentos mais arriscados) Access International Advisors, do qual era um dos fundadores, sofreu com a fraude do ex-presidente da Bolsa Nasdaq, Bernard Madoff. Villehuchet teria perdido cerca de US$ 1,4 bilhão, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="left">O gerente francês de investimentos Rene-Thierry Magon de la Villehuchet, 65, cometeu suicídio nesta terça-feira, devido às perdas que o “hedge fund” (categoria de investimentos mais arriscados) Access International Advisors, do qual era um dos fundadores, sofreu com a fraude do ex-presidente da Bolsa Nasdaq, Bernard Madoff. Villehuchet teria perdido cerca de US$ 1,4 bilhão, segundo reportagem de hoje do diário francês “La Tribune”.</p>
<p align="left">A Access International vinham levantando fundos nos mercados europeus para aplicar no esquema de Madoff, segundo o jornal. De acordo com a reportagem, Villehuchet “não conseguiu lidar com a pressão após a revelação do escândalo”. “Ele tirou a própria vida nesta manhã, em seu escritório em Nova York”, diz o “La Tribune”, citando fontes próximas ao investidor.</p>
<p align="left">Segundo parentes do investidor francês ouvidos pela reportagem, ele passou “dia e noite na última semana tentando encontrar uma saída para recuperar o dinheiro de seus investidores”, mas não resistiu à “caça por culpados” lançada na Europa.</p>
<p align="left">
Segundo o diário americano “The New York Times”, paramédicos responderam a um chamado vindo de um endereço que correspondia ao do escritório da Access International. Na semana passada, a empresa de Villehuchet informou em uma nota que a prisão de Madoff um “desenvolvimento chocante” do caso. O dinheiro foi perdido através do fundo Luxalpha, com sede em Luxemburgo, e incluía investidores como o banco suíço UBS.</p>
<p align="left">Madoff foi preso sob a acusação de ser o responsável por um esquema de pirâmide conhecido como sistema Ponzi –pelo qual são oferecidos investimentos com atraentes rentabilidades, que são abonadas com o dinheiro fornecido pelos novos investidores.</p>
<p align="left">Segundo o site especializado em finanças Bloomberg, Madoff, 70, pode estar envolvido com esquemas de fraude desde ao menos os anos 60. Na semana passada, o juiz federal Gabriel Gorenstein, da Corte do Distrito Sul de Nova York, anunciou que Madoff permanecerá sob prisão domiciliar a partir das 19h (22h em Brasília) e levará uma pulseira eletrônica que permita às autoridades saber onde está o tempo todo. Além disso, o juiz exigiu que a esposa do investidor, Ruth Madoff, entregue também seu passaporte, como seu marido já fez, para evitar que possam deixar os Estados Unidos.</p>
<p align="left">“Podre”</p>
<p align="left">Ontem o bilionário americano e empresário do setor imobiliário Donald Trump disse que Madoff é “podre” e “um desonesto completo”. “Muitas pessoas em Palm Beach [Flórida] foram roubadas por esse podre (…) Tem gente que deu a ele 100% de suas reservas, porque confiavam nele, confiavam em sua família, e agora estão tendo de vender suas casas para poder viver”, disse Trump.</p>
<p align="left">Trump disse não ter perdido dinheiro com Madoff e que é impossível que Madoff tenha agido sozinho. “Eu não sei como ele poderia ter agido sozinho. [A empresa de Madoff] ocupava três andares de um grande edifício de escritórios. Como um homem poderia manipular tanto dinheiro sem que ninguém soubesse –sem que um grande número de pessoas soubesse sobre isso? Eu certamente pensaria que os filhos dele são culpados.”</p>
<p align="left"> </p>
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		<title>FMI alerta que 2009 vai ser o ano do desemprego</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Jan 2009 17:30:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nova Ordem Mundial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise Econômica Mundial - Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Fortunas encolhem, a recessão se instala e a crise global ameaça entrar em uma nova fase.

 
Em visita à região da China atingida por um terremoto este ano, o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, advertiu: &#8220;a crise financeira virou crise econômica, e vem aí, em 2009, a crise do desemprego&#8221;. Ele teme que a onda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Fortunas encolhem, a recessão se instala e a crise global ameaça entrar em uma nova fase.</strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="392" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="quality" value="high" /><param name="FlashVars" value="midiaId=935619&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" /><param name="src" value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="392" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" flashvars="midiaId=935619&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" quality="high"></embed></object><br />
 </p>
<p align="left">Em visita à região da China atingida por um terremoto este ano, o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, advertiu: &#8220;a crise financeira virou crise econômica, e vem aí, em 2009, a crise do desemprego&#8221;. Ele teme que a onda de desemprego nos países ricos leve a medidas protecionistas que prejudicarão os países em desenvolvimento.</p>
<p align="left">A ONU prevê que mais 20 milhões de pessoas em todo o mundo perderão o emprego em 2009, elevando o total mundial de desempregados para 210 milhões.</p>
<p align="left">Nos Estados Unidos, que estão em recessão desde dezembro de 2007, a taxa oficial de desemprego subiu em novembro para 6,7%, ou seja, 10,3 milhões de trabalhadores. O número de pedidos de seguro-desemprego já é o mais alto dos últimos 26 anos.</p>
<p align="left">Basta que uma das três montadoras de veículos americanas vá à falência para desempregar mais três milhões de americanos em 2009, prevêem os economistas. O presidente eleito Barack Obama promete criar ou manter 2,5 milhões de empregos nos próximos dois anos através de investimentos maciços do governo em infra-estrutura e tecnologia verde. Mas muitos economistas advertem que a taxa de desemprego americana poderá subir para 10% no final de 2009.</p>
<p align="left">Em outra economia em recessão, a Alemanha, o governo anunciou que o número de desempregados deverá chegar a 3,6 milhões no ano que vem. O crescente desemprego está por trás dos recentes protestos em seis países da Europa.</p>
<p align="left">fonte:<a href="http://g1.globo.com/bomdiabrasil/0,,MUL922741-16020,00-FMI%2BALERTA%2BQUE%2BVAI%2BSER%2BO%2BANO%2BDO%2BDESEMPREGO.html" target="_blank"> Bom Dia Brasil</a></p>
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		<title>Santa Sé pede autêntica «refundação» do sistema financeiro mundial</title>
		<link>http://novaordemmundial.net/vaticano-crise-refundacao.html</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Dec 2008 19:30:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nova Ordem Mundial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise Econômica Mundial - Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Propõe uma tributação mais justa e o desaparecimento dos «paraísos fiscais»
CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 25 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- Diante da atual situação de crise financeira, a Santa Sé propõe uma «refundação do sistema» que coloque as finanças frente ao seu objetivo natural, que é servir ao desenvolvimento e ao bem comum.
Este é um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Propõe uma tributação mais justa e o desaparecimento dos «paraísos fiscais»</p>
<p>CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 25 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- Diante da atual situação de crise financeira, a Santa Sé propõe uma «refundação do sistema» que coloque as finanças frente ao seu objetivo natural, que é servir ao desenvolvimento e ao bem comum.</p>
<p>Este é um dos pontos centrais da nota divulgada pela Santa Sé diante da próxima Conferência de Doha (Qatar), que as Nações Unidas organizam sobre o financiamento para o desenvolvimento e que será realizada no final de novembro.</p>
<p>O documento, muito extenso, foi elaborado pelo Conselho Pontifício Justiça e Paz e aprovado pela Secretaria de Estado.</p>
<p>Nele, expõe-se a necessidade de que as nações analisem «como se chegou à desastrosa situação atual da crise, após uma década na qual se multiplicaram os discursos sobre a ética dos negócios e das finanças, e na qual se difundiu a adoção de códigos éticos».</p>
<p>A Santa Sé afirma, em consonância com a opinião de muitos especialistas, que «a atual crise financeira é essencialmente uma crise de confiança», e aponta entre suas causas «a inadequada consideração dos elementos de risco», mas sobretudo, «a relação entre a necessidade de que os financiamentos cumpram sua função ‘real’ de ponte entre o presente e o futuro, e o horizonte temporal de referência dos operadores, substancialmente diminuído no presente».</p>
<p>Em outras palavras, a busca de benefício a curto prazo fez que os financiamentos já não cumpram sua função de promover o desenvolvimento econômico e, portanto, mais que uma «revisão», a Santa Sé aponta para a necessidade de uma total «refundação» do sistema.</p>
<p><strong>Paraísos fiscais</p>
<p></strong></p>
<p>A Santa Sé aponta como uma das causas da crise a existência dos chamados «paraísos fiscais» ou «centros financeiros offshore», culpados tanto de transmitir a crise como de ter provocado seu desenvolvimento.</p>
<p>Esses mercados, afirma o documento, «mantiveram uma trama de práticas econômicas e financeiras alocadas: fugas de capitais de proporções gigantescas, fluxos «legais» motivados por objetivos de evasão fiscal e canalizados também através da supra ou infra-faturação dos fluxos comerciais internacionais, reciclagem dos procedentes de atividades ilegais».</p>
<p>A utilização destes centros produziu um duplo efeito negativo: por um lado, beneficiou as rendas mais altas, que podem escapar do controle fiscal em seus próprios países, e penalizou as mais baixas, ou seja, os trabalhadores e as pequenas empresas; e por outro, «comportaram uma translação da taxação do capital à taxação do trabalho».</p>
<p>Desta forma, uma série de pessoas e instituições movem nestes centros «cerca de 860 bilhões de dólares por ano, e que corresponderiam a uma falta de entrada fiscal de quase 255 bilhões de dólares: mais de três vezes o montante inteiro da ajuda pública ao desenvolvimento por parte dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OSCE)».</p>
<p>A Santa Sé crê que a atual situação se deve a que «se evitou enfrentar algumas questões importantes: a estruturação dos movimentos financeiros, a prestação adequada de contas das operações nos novos instrumentos financeiros, a cuidadosa avaliação de riscos».</p>
<p>«Muitas autoridades, especialmente nos países financeiramente mais evoluídos, propuseram eleições pontuais, movidos pelos benefícios econômicos que derivam de hospedar uma forte indústria financeira, benefícios que duram o que dura a fase de euforia financeira.»</p>
<p><strong>Uma nova moral econômica</p>
<p></strong></p>
<p>Para a Santa Sé, a solução da crise passa por um pacto internacional em matéria financeira e fiscal, de forma que se recupere a «confiança» e a «transparência».</p>
<p>«Os mercados financeiros não podem operar sem confiança; sem transparência e sem regras, não pode haver confiança. O bom funcionamento do mercado requer, portanto, um importante papel do Estado, e onde é apropriado, da comunidade internacional para fixar e fazer respeitar regras de transparência e de prudência.»</p>
<p>Contudo, no fundo, não haverá solução enquanto não houver uma «formação da consciência moral das pessoas», já que as normas por si só «não podem garantir» o andamento da economia.</p>
<p>«Nenhuma intervenção de regulação pode «garantir» sua eficácia prescindindo da consciência moral bem formada e da responsabilidade cotidiana dos operadores do mercado, especialmente dos empresários e dos grandes operadores financeiros», adverte.</p>
<p>«O homem nunca pode ser mudado ou redimido simplesmente desde o exterior», acrescenta o documento.</p>
<p>Por isso, aponta, «é necessário chegar ao ser moral mais profundo das pessoas, é necessária uma educação no exercício da responsabilidade para com o bem de todos, por parte de todos os sujeitos, em todos os níveis: operadores financeiros, famílias, empresas, instituições financeiras, autoridades públicas, sociedade civil».</p>
<p>Esta educação na responsabilidade «pode encontrar um fundamento sólido em alguns princípios indicados pela doutrina social, que são patrimônio de todos e base de toda a vida social: o bem comum universal, o destino universal dos bens, a prioridade do trabalho sobre o capital».</p>
<p>A respeito disso, a Igreja crê também que é necessário repensar o próprio trabalho dos operadores financeiros, submetidos à «absoluta prioridade do capital» sobre as pessoas, com «horas de trabalho longuíssimas e estressantes, e horizonte temporal curtíssimo de referência para as decisões».</p>
<p>fonte: <a href="http://www.zenit.org/article-20157?l=portuguese"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;">ZENIT</span></span></a></p>
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		<title>Recessão americana será anunciada em janeiro</title>
		<link>http://novaordemmundial.net/eua-recessao-2009.html</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Dec 2008 19:20:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nova Ordem Mundial</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Crise Econômica Mundial]]></category>

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		<description><![CDATA[24.11.2008
A recessão americana já tem data para ser anunciada: 30 de janeiro de 2009. É neste dia que será divulgada a primeira prévia do PIB do 4º trimestre de 2008.
Segundo relatório da Concórida Corretora, pela leitura da Ata do Fed, o banco central americano trabalha com uma retração do PIB no 4º trimestre entre 2,2% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>24.11.2008</p>
<p align="left">A recessão americana já tem data para ser anunciada: 30 de janeiro de 2009. É neste dia que será divulgada a primeira prévia do PIB do 4º trimestre de 2008.</p>
<p align="left">Segundo relatório da Concórida Corretora, pela leitura da Ata do Fed, o banco central americano trabalha com uma retração do PIB no 4º trimestre entre 2,2% e 3,2% frente o trimestre anterior. Como no 3º trimestre já houve retração de 0,3%, teremos portanto dois trimestres consecutivos de retração, o que configura uma recessão técnica.</p>
<p align="left">Ainda de acordo com a visão da Concórdia sobre a ata, o Fed deixou claro que o PIB americano deve sofrer nova retração no primeiro semestre de 2009. A recuperação só aconteceria a partir do segundo semestre.</p>
<p align="left">fonte: <a href="http://oglobo.globo.com/economia/miriam/post.asp?cod_post=142267">Miriam Leitão</a></p>
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		<title>Sarkozy diz que dólar não pode ser a única moeda de referência do mundo</title>
		<link>http://novaordemmundial.net/sarkozy-dolar.html</link>
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		<pubDate>Sat, 13 Dec 2008 20:53:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nova Ordem Mundial</dc:creator>
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		<description><![CDATA[13/11/2008
Paris, 13 nov (EFE).- O presidente francês, Nicolas Sarkozy, disse hoje que, na cúpula do G20 do próximo sábado, defenderá a idéia de que o dólar não pode continuar sendo a única moeda de referência internacional, como funciona o atual sistema financeiro mundial.
Sarkozy disse que, na cúpula do G20 &#8211; formado por países industrializados e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>13/11/2008</p>
<p>Paris, 13 nov (EFE).- O presidente francês, Nicolas Sarkozy, disse hoje que, na cúpula do G20 do próximo sábado, defenderá a idéia de que o dólar não pode continuar sendo a única moeda de referência internacional, como funciona o atual sistema financeiro mundial.</p>
<p>Sarkozy disse que, na cúpula do G20 &#8211; formado por países industrializados e emergentes &#8211; pretende &#8220;explicar que o dólar, que após a Segunda Guerra Mundial era a única moeda do mundo, não pode continuar pretendendo ser isso&#8221;, em um ato ao receber &#8220;o prêmio do valor político&#8221; concedido pela revista &#8220;Politique Internationale&#8221;.</p>
<p>&#8220;O mundo muda, estamos no século XXI&#8221;, disse o chefe do Estado francês, que é também presidente do Conselho Europeu neste semestre, e reiterou sua intenção de abordar uma mudança do sistema monetário mundial na &#8220;refundação do capitalismo&#8221; que deve sair do processo iniciado pela reunião de líderes do G20 em Washington.</p>
<p>Ressaltou que a posição da França é que &#8220;não é possível continuar no século XXI com a organização do século XX&#8221; e que &#8220;o que era verdade em 1945 pode não continuar sendo agora&#8221;, e acrescentou que esse julgamento &#8220;não é uma questão de valor, é uma questão de bom senso, de olhar as coisas de frente&#8221;.</p>
<p>Sarkozy teve hoje uma reunião por telefone com o presidente sul-africano, Kgalema Motlanthe, com o qual constatou que seus pontos de vista &#8220;convergem sobre a necessária reforma da gestão financeira mundial&#8221;, segundo um comunicado do Palácio do Eliseu.</p>
<p>Os dois líderes &#8211; que participarão da cúpula da capital americana do sábado &#8211; também concordaram em que é preciso levar em conta &#8220;os interesses da África e dos mais pobres tanto nesta cúpula quanto nas seguintes&#8221;.</p>
<p>fonte: <a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/2008/11/13/ult1808u130065.jhtm"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;">UOL</span></span></a></p>
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		<title>&#8216;O pior ainda está por vir&#8217;, afirma o chefe dos economistas do FMI</title>
		<link>http://novaordemmundial.net/pior-vira.html</link>
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		<pubDate>Sat, 13 Dec 2008 19:27:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nova Ordem Mundial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise Econômica Mundial - Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Crise Econômica Mundial]]></category>

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		<description><![CDATA[A crise financeira e suas repercussões poderão se agravar ainda mais, considerou o economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Olivier Blanchard, que considerou que a situação vai melhorar a partir de 2010, em declarações à imprensa suíça.
&#8220;O pior ainda está por vir&#8221;, afirmou Blanchard em uma entrevista ao jornal econômico suíço Finanz und Wirtschaft, antes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A crise financeira e suas repercussões poderão se agravar ainda mais, considerou o economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Olivier Blanchard, que considerou que a situação vai melhorar a partir de 2010, em declarações à imprensa suíça.</p>
<p align="left">&#8220;O pior ainda está por vir&#8221;, afirmou Blanchard em uma entrevista ao jornal econômico suíço Finanz und Wirtschaft, antes de acrescentar que &#8220;será necessário muito tempo para que a situação se normalize&#8221;.</p>
<p align="left">&#8220;Até o final do ano que vem, o crescimento será pela primeira vez levemente mais elevado que no trimestre anterior&#8221;, destacou o economista francês, que permanecerá no posto até o final de maio.</p>
<p align="left">O crescimento econômico deverá se restabelecer a partir de 2010 e a situação se normalizará em 2011, acrescentou.</p>
<p align="left">O FMI, que se declarou disposto a auxiliar a Letônia para que este país saia da crise, já apoiou vários países atingidos pela tempestade financeira, em particular Islândia, Hungria, Ucrânia, Sérvia e Paquistão.</p>
<p align="left">Blanchard advertiu que o FMI não poderá respaldar todas as situações, em especial aquelas referentes à falta de liquidez.</p>
<p align="left">As retiradas de capitais que geram problemas de liquidez, &#8220;podem ser tão grandes, que o FMI por si só não poderá contê-las&#8221;, disse Blanchard, antes de acrescentar que a retirada maciça de investimentos dos países emergentes representaria &#8220;centenas de bilhões de dólares&#8221;.</p>
<p align="left">&#8220;Não temos esse dinheiro e nunca tivemos&#8221;, disse.</p>
<p align="left">Dos 250 bilhões de dólares (199,8 bilhões de euros) que o FMI possui -o Japão contribuiu com mais 100 bilhões- o Fundo gastou nas últimas duas semanas 50 bilhões, indicou Blanchard.</p>
<p align="left">Ele aconselhou os bancos centrais a baixar as taxas de juros para enfrentar a crise.</p>
<p align="left">Os bancos centrais &#8220;deveriam aproximar de zero as suas taxas principais&#8221;, considerou Blanchard.</p>
<p align="left">fonte: <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2008/11/22/o_pior_ainda_esta_por_vir_afirma_o_chefe_dos_economistas_do_fmi_2126805.html">Último Segundo</a></p>
<p align="left"><span style="color: #ff0000;">NOTA: Será mesmo que em 2011 tudo voltará ao normal ? Leia a mensagem de Nsra &gt;</span> <span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;"><strong><a href="http://www.fimdostempos.net/nsra-falencia-elites-pobreza.html">Mensagem de Nsra: Primeiro virá a falência das elites, em seguida virá a pobreza global, mais tarde as catástrofes, guerras, grandes sinas e o aviso</a></strong></span></p>
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		<item>
		<title>BM&amp;F: operador da corretora Itaú dá um tiro no peito no meio do pregão</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Dec 2008 19:23:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Crise Econômica Mundial]]></category>

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		<description><![CDATA[17/11/08
SÃO PAULO &#8211; Um operador da corretora Itaú deu um tiro no próprio peito durante o pregão desta segunda-feira (17) no espaço do pregão viva-voz da BM&#38;F, informou a assessoria de imprensa da BM&#38;F Bovespa, por meio de nota.
&#8220;A BM&#38;FBOVESPA informa que o operador de pregão da Corretora Itaú, Paulo Sérgio Silva, 36 anos, tentou suicídio hoje, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>17/11/08</p>
<p align="left">SÃO PAULO &#8211; Um operador da corretora Itaú deu um tiro no próprio peito durante o pregão desta segunda-feira (17) no espaço do pregão viva-voz da BM&amp;F, informou a assessoria de imprensa da BM&amp;F Bovespa, por meio de nota.</p>
<p align="left">&#8220;A BM&amp;FBOVESPA informa que o operador de pregão da Corretora Itaú, Paulo Sérgio Silva, 36 anos, tentou suicídio hoje, pouco após às 15h30, disparando, contra si, um tiro na região toráxica&#8221;, mostra o comunicado.</p>
<p align="left">O funcionário foi atendido no ambulatório da Bolsa e transferido para a Santa Casa de São Paulo. A Itaú Corretora ainda não se pronunciou. Segundo corretoras contatadas, o pregão viva-voz chegou a ser interrompido por alguns instantes.</p>
<p align="left">A BM&amp;F Bovespa diz que o pregão eletrônico e o viva-voz seguem normalmente.</p>
<p align="left">fonte:  <a href="http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1437613&amp;path=/investimentos/" target="_blank">InfoMoney</a></p>
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		<title>Crise nos EUA pode durar até uma década</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Dec 2008 19:19:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nova Ordem Mundial</dc:creator>
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		<description><![CDATA[21 Nov, 2008
Dois prêmios Nobel de Economia, Daniel McFaden e Michael Spence, manifestaram ontem pessimismo sobre a capacidade de recuperação da economia americana e global, indicando que as conseqüências da atual crise podem perdurar por uma década. Os economistas participaram do primeiro dia do congresso da sessão latino-americana da Sociedade Econométrica Internacional e da Associação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>21 Nov, 2008</p>
<p>Dois prêmios Nobel de Economia, Daniel McFaden e Michael Spence, manifestaram ontem pessimismo sobre a capacidade de recuperação da economia americana e global, indicando que as conseqüências da atual crise podem perdurar por uma década. Os economistas participaram do primeiro dia do congresso da sessão latino-americana da Sociedade Econométrica Internacional e da Associação Econômica Latino-americana e Caribenha, no Instituto de Matemática, no Rio. O encontro é organizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).</p>
<p>Para McFaden, os EUA podem, na pior das hipóteses, crescer regularmente abaixo da média histórica por até dez anos, com níveis altos de desemprego. Ele notou que não há sinais de que possam voltar a funcionar tão cedo os motores do crescimento, o investimento e o consumo. Já Spence acha possível que EUA e Europa encarem de dois a três anos de recessão. Ele disse que o processo de desalavancagem (redução de dívidas) é demorado. Em relação ao mundo emergente, afirmou que a desaceleração são favas contadas, mas ainda há dúvidas se haverá recessão. Frisou que, para um país de rápido crescimento, como a Índia, cair de um ritmo de 9% para 4% dará a sensação de recessão.</p>
<p align="left">McFaden demonstrou mais otimismo em relação aos países em desenvolvimento, especialmente os Brics (Brasil,  Rússia, Índia e China). Para ele, essas nações vão liderar a retomada da economia global. &#8220;Os países em desenvolvimento têm apresentado taxa de expansão maior que o resto do mundo e podem continuar apresentando crescimento mesmo durante a fase de recessão internacional&#8221;, disse. Apesar do pessimismo, Spence e McFaden têm esperança de que as medidas de estímulo monetário e fiscal dos EUA e outros países ricos dêem certo e abreviem o período difícil da economia global. Para McFaden, o governo americano deve intervir &#8220;maciça e decisivamente&#8221;, capitalizando instituições financeiras, facilitando o crédito e baixando impostos. Spence defendeu que o governo dos EUA conceda hipotecas subsidiadas diretamente para os mutuários em dificuldades. Eles poderiam trocar os contratos que não conseguem honrar pelas novas hipotecas com condições facilitadas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p>
<p align="left">fonte:  <a href="http://br.noticias.yahoo.com/s/21112008/25/economia-crise-nos-eua-durar-ate.html" target="_blank">Yahoo</a></p>
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		<title>Para GM, falência em setor automotivo dos EUA seria devastadora</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Dec 2008 19:08:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nova Ordem Mundial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise Econômica Mundial - Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[16/11/08
DETROIT, EUA (Reuters) &#8211; Falências na indústria automotiva dos Estados Unidos teriam um impacto &#8220;devastador&#8221; na economia do país, muito maior do que a ajuda financeira que as montadoras estão pedindo, afirmou neste domingo Rick Wagoner, presidente-executivo da General Motors. &#8220;Esse é um problema de toda a indústria automotiva, se ficarmos sob forte pressão, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>16/11/08</p>
<p align="left">DETROIT, EUA (Reuters) &#8211; Falências na indústria automotiva dos Estados Unidos teriam um impacto &#8220;devastador&#8221; na economia do país, muito maior do que a ajuda financeira que as montadoras estão pedindo, afirmou neste domingo Rick Wagoner, presidente-executivo da General Motors. &#8220;Esse é um problema de toda a indústria automotiva, se ficarmos sob forte pressão, o impacto na economia dos Estados Unidos seria devastador&#8221;, disse Wagoner num programa de televisão em Detroit.</p>
<p align="left">Wagoner, os presidentes-executivos da Ford, da Chrysler e o presidente do sindicato dos trabalhadores da indústria automotiva, Ron Gettelfinger, devem falar no Congresso dos EUA nesta semana em apoio à ajuda para o setor.</p>
<p align="left">Os democratas têm defendido empréstimos de 25 bilhões de dólares para as montadoras sediadas em Detroit. As empresas argumentam que precisam de liquidez para sobreviver, já que as vendas caíram para o menor nível em 25 anos.</p>
<p align="left">Contudo, o pacote sofre a oposição de parlamentares republicanos, que questionam se as montadoras são viáveis, mesmo com a ajuda.</p>
<p align="left">Para Rick Wagoner, as necessidades financeiras da GM são resultado direto da crise em Wall Street. Segundo ele, o apoio ao setor não deve ser visto como &#8220;federalizar o setor&#8221;.</p>
<p align="left">&#8220;O sistema financeiro não está conseguindo fornecer os créditos necessários para pequenos negócios, grandes negócios, qualquer negócio que opera no dia-a-dia&#8221;, afirmou o executivo.</p>
<p align="left">Segundo ele, o caminho das falência não vai ser simples. &#8220;A maioria das pessoas vai parar de comprar carros de uma empresa em falência&#8221;, disse Wagoner.<br />
_______________________________________</p>
<p align="left">O bilionário Wilbur Ross diz que a falência da GM pode devastar a economia</p>
<p align="left">Wilbur Ross, que fez bilhões comprando empresas siderúrgicas e têxteis, disse que a falência da General Motors Corp ou outras montadoras pode devastar a economia.</p>
<p align="left">“Recorrer ao tribunal para se reorganizar seria um ambiente muito hostil para qualquer um desses caras, seria uma bagunça total.”</p>
<p align="left">Suas opiniões são contrárias a de outros investidores, como o gerente de fundos de hedge William Ackman e outros executivos, incluindo Jack Welch, o ex-CEO da General Electric Co., que afirmaram as montadoras poderiam resolver seus problemas através da reestruturação da falência judicial.</p>
<p align="left">Afirmou Ross:</p>
<p align="left">“Falhas nas montadoras e em empresas relacionadas levaria uma fonte de gastos governamentais, subsídios para o desemprego, pensões , seguro e de cobranças”</p>
<p align="left">A GM, a Ford e a Chrysler solicitaram $25 bilhões em empréstimos para sustentar suas operações enquanto dura o pior clima no mercado automotivo dos últimos 17 anos.</p>
<p align="left">O governo Bush se opõem prosseguir com os $700 Bilhões em ajuda financeira para as montadoras.</p>
<p align="left">“Não faz sentido que eles deixem a General Electric e a American Express se tornarem bancos, pois eles não vão salvar a industria de automóveis”</p>
<p align="left">Leia em inglês o artigo completo<a href="http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601103&amp;sid=a4fkXMgMVIxM&amp;refer=news" target="_blank"> aqui</a>.</p>
<p align="left">Fonte: Bloomberg</p>
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		<title>Crise financeira: crise moral e de confiança</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Dec 2008 18:42:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nova Ordem Mundial</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Crise Econômica Mundial]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo Dom Crepaldi, de Justiça e Paz
 
CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 14 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- «A crise que o mundo atual está vivendo não é só financeira e, portanto, a solução não pode ser somente de caráter financeiro». Assim afirmou ontem Dom Giampaolo Crepaldi, secretário do Conselho Pontifício Justiça e Paz, em declarações à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><strong>Segundo Dom Crepaldi, de Justiça e Paz</strong></p>
<p> </p>
<p align="left">CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 14 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- «A crise que o mundo atual está vivendo não é só financeira e, portanto, a solução não pode ser somente de caráter financeiro». Assim afirmou ontem Dom Giampaolo Crepaldi, secretário do Conselho Pontifício Justiça e Paz, em declarações à Rádio Vaticano.</p>
<p align="left">Esta crise financeira, afirmou, «evidencia o que a doutrina social da Igreja afirma há muito tempo: quando um sistema econômico-financeiro entra em crise, nunca é por motivos econômicos ou financeiros, mas porque em sua origem houve uma ferida no sistema moral global».</p>
<p align="left">Neste sentido, o prelado indicou que na origem há uma «crise de confiança», «todos falam dela, de voltar a estabelecer a confiança recíproca para resolver esta crise», admitiu, mas a confiança «não é um elemento econômico ou financeiro, mas uma atitude ética».</p>
<p align="left">«Quando o mercado deteriora esta atitude ética, todos sabem que já não está em grau de ser reconstruída por si só.»</p>
<p align="left">O secretário de Justiça e Paz explicou que neste momento é necessário um «equilíbrio» entre a falta de regulação dos mercados vivida nos últimos tempos e a tentação de dar muito peso ao Estado.</p>
<p align="left">«São três os atores que devem participar disso: o mercado, por um lado, o Estado por outro e, por outro lado ainda, a sociedade civil. E isso precisamente para responder àquelas exigências e inspirações que provêm do chamado princípio de subsidiariedade», acrescentou.</p>
<p align="left">Em conformidade com a doutrina social da Igreja, explica Dom Crepaldi, «é necessário olhar com maior sabedoria o mercado e o papel que este pode ter».</p>
<p align="left">«Não se teria chegado ao ponto em que estamos se tivéssemos tratado o mercado como um meio e não como um fim», acrescentou.</p>
<p align="left">Finalmente, o prelado fez um convite aos países que se reunirão amanhã para o evento do G-20, para que trabalhem em consonância com as resoluções da conferência internacional de Doha, quanto ao financiamento para o desenvolvimento.</p>
<p align="left">«O temor é que a atual crise financeira mine o trabalho e os compromissos tomados pelos Estados e pela comunidade internacional para financiar o desenvolvimento», advertiu. Ao contrário, espera que os participantes da reunião «confirmem e assumam com maior senso de responsabilidade» a ajuda aos países pobres.</p>
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