Category: Barack Obama

O novo presidente já está dando o que falar. Ele pretende ser um grande diplomata. Quer, por exemplo, dedicar-se a todas as regiões do mundo. E também para a América Latina. Fala em comércio justo para os países das américas. Está aberto ao diálogo com Raul Castro, embora não pretenda interromper o embargo comercial que já faz 46 anos. Quer se encontrar com Hugo Chaves para dialogar. Vai continuar apoiando a Colômbia e o México no combate ao narcotráfico. E quanto a dívida de países pobres, acena para o perdão de países como a Bolívia, Guiana, Haiti, Honduras e Paraguai.

Em se confirmando a atual da aparência, ele poderá se tornar um poderoso líder global, bem ao contrário de Bush. Poder tipicamente necessário para tomar medidas a serem seguidas pelos países do mundo.

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Política de Obama para a América Latina

(Reuters) – Confira algumas das principais políticas prometidas pelo presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, para a América Latina, durante a campanha eleitoral:

DIPLOMACIA – Obama planeja reforçar as relações com a América Latina. Ele diz que o governo Bush negligenciou a região devido a seu foco “míope” no Iraque, o que reduziu a influência e a credibilidade dos Estados Unidos e criou um vácuo preenchido pela ascensão de líderes anti-americanos. Obama promete ter um estilo menos agressivo.

COMÉRCIO – Obama se opôs ao tratado de livre comércio com a Colômbia, que está pendente, porque a Colômbia não conseguiu conter a violência contra os líderes sindicais. Obama fala em “comércio justo” em vez de “comércio livre” e quer aperfeiçoar o Nafta, pacto de livre comércio com o México e o Canadá, a fim de proteger as defesas trabalhistas e ambientais. Especialistas dizem que Obama, assim como o ex-presidente Bill Clinton, provavelmente vai apoiar o livre comércio quando chegar ao poder.

CUBA – Obama prometeu reverter as políticas de Bush e dar aos cubano-americanos direitos irrestritos de viagens a Cuba, além de também poderem mandar dinheiro aos familiares que vivem na ilha. Mas ele vai manter o embargo comercial de 46 anos, a fim de forçar uma transição democrática. Obama disse que está aberto para conversar com o líder cubano, Raúl Castro, mas não disse se imporia alguma condição para o encontro.

VENEZUELA – Obama quer se encontrar com o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, para um diálogo “respeitoso”, a fim de tentar reduzir o sentimento anti-americano, estimulado por Chávez, na América Latina. Em seu mandato, a Venezuela continuará a ser um dos principais fornecedores de petróleo.

COLÔMBIA – Obama apóia a continuidade dos programas de combate ao narcotráfico e guerrilhas de esquerda financiados pelos Estados Unidos. Ele apoiou o direito da Colômbia fazer operações contra rebeldes fora de suas fronteiras, como o que aconteceu em março, no Equador.

MÉXICO – Obama apóia a ajuda norte-americana ao combate às drogas e aos crimes violentos no México e na América Central.

IMIGRAÇÃO – Obama apoiou a construção de uma cerca de 1.070 quilômetros de extensão na fronteira entre o México e os Estados Unidos, para conter a imigração ilegal. Mas apóia a reforma das leis de imigração para ajudar a legalizar a situação de trabalhadores sem documentação.

BRASIL – Obama apóia a imposição de uma tarifa sobre as importações de etanol do Brasil, o maior produtor de biocombustíveis do mundo. A tarifa é popular em muitos Estados norte-americanos produtores de grãos.

ENVIADO ESPECIAL – Obama, que nunca visitou a América Latina, vai escolher um enviado especial para estabelecer contatos variáveis com líderes da região -o posto foi eliminado por George W. Bush.

DÍVIDA – Obama apóia o perdão da dívida de países pobres como a Bolívia, a Guiana, o Haiti, Honduras e Paraguai.

(Por Anthony Boadle)

fonte: O Globo

 

Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 4 de novembro de 2008

Onde Barack Obama nasceu? É muçulmano? Por que o agitador Khalid al-Mansour pagou os estudos de Obama em Harvard? Por que ele viveu e estudou na Indonésia em guerra, quando só crianças nativas eram aceitas nas escolas?

O juiz federal Richard Barclay Surrick rejeitou o pedido do advogado democrata Philip J. Berg para que intimasse Barack Hussein Obama a apresentar sua certidão de nascimento original. A sentença baseou-se em dois argumentos: (1) pela lei americana, nada autoriza o simples eleitor a questionar a elegibilidade de um candidato presidencial; (2) Berg peticionou como simples eleitor, não como vítima, já que não comprovou qualquer dano pessoal sofrido em razão da candidatura Obama.

A Constituição americana determina que só cidadãos americanos natos têm o direito de concorrer à presidência, mas esse permanece um direito sem garantia nenhuma: por incrível que pareça, não há nenhuma instituição incumbida de exigir prova de nacionalidade dos candidatos. Se ao simples eleitor é também negado esse direito, aquele artigo da Constituição está virtualmente revogado.

Berg anunciou que vai recorrer à Suprema Corte: “O que está em questão é saber quem tem legitimidade para impor a obediência à Constituição. Se eu não tenho, se você não tem, se o seu vizinho não tem legitimidade para questionar a elegibilidade de um indivíduo à presidência dos EUA, então quem tem? Assim qualquer um pode simplesmente se afirmar elegível para o Congresso ou para a presidência sem que ninguém possa questionar o seu estatuto legal, a sua idade ou a sua cidadania.”

Enquanto isso, todos os canais possíveis para se averiguar a nacionalidade de Obama estão meticulosamente bloqueados. A governadora do Havaí, Linda Lingle, colocou a certidão de nascimento dele sob guarda do Estado, para que ninguém tivesse acesso ao documento sem autorização do próprio Obama ou de seus familiares. O mesmo fez o governo do Quênia com todo e qualquer documento referente a Obama, logo após expulsar do território queniano o repórter Jerome Corsi que estava ali investigando as atividades do candidato em prol do genocida Raila Odinga.

Obama pessoalmente proibiu que todas as entidades detentoras de seus documentos os divulgassem sob qualquer maneira que fosse. Eis a lista dos papéis que permanecem secretos (v. NewsMax.com):

1) Registros médicos.

2) Correspondência enviada e recebida pelo seu gabinete no Senado.

3) Agenda dos encontros e demais compromissos atendidos por ele no Senado.

4) Lista dos clientes do seu escritorio de advocacia e recibos dos respectivos pagamentos.

5) Histórico escolar do Occidental College, onde ele estudou por dois anos.

6) Histórico de seus estudos na Columbia University.

7) Histórico de seus estudos na Faculdade de Direito de Harvard.
8) Sua tese de doutoramento em Columbia.

9) Seu comprovante de registro na Ordem dos Advogados de Illinois.

10) Lista dos clientes que ele representou como advogado na firma Davis, Miner, Barnhill & Gallard (solicitado a apresentá-la, Obama forneceu em vez disso a lista de todos os clientes da firma, tornando impossível saber quais ele representava pessoalmente).

11) Lista das contribuições de menos de duzentos dólares oferecidas à sua campanha (essas contribuições somam mais de 63 milhões de dólares e, segundo repórteres que puderam espiar por instantes algumas páginas da lista no escritório de Obama, incluem doadores como Fred Simpson, Mickey Mouse e Family Guy).

12) Certidão de nascimento original ou cópia autenticada.

Não é preciso dizer que nenhum outro candidato presidencial jamais negou ao público os documentos equivalentes. O bloqueio torna-se ainda mais suspeito porque vários pontos essenciais da biografia de Obama estão cheios de contradições.

1) Sua avó paterna assegura que estava presente na sala de parto quando ele nasceu num hospital em Mombasa, Quênia. Ele assegura que nasceu em Honolulu, Havaí, mas ele e sua irmã dão os nomes de dois hospitais diferentes onde isso teria acontecido.

2) Ele viajou para o Paquistão quando a entrada de americanos era proibida nesse país. Usou portanto um passaporte estrangeiro, quase certamente o da Indonésia, onde ele viveu e estudou numa época em que, estando o país em guerra, só crianças de nacionalidade indonésia eram aceitas nas escolas. Mais ainda, a lei indonésia não aceitava dupla nacionalidade, de modo que para Obama tornar-se cidadão indonésio ele teve de renunciar (por meio de seu pai) à nacionalidade americana, só podendo portanto voltar aos EUA como imigrante.

3) Obama afirmou várias vezes que jamais pertencera a um partido socialista. Os documentos do New Party provam que ele mentiu (v. AmericanThinker.com).

4) Obama disse que não tinha qualquer ligação com a Acorn, ONG responsável pela maior derrama de títulos de eleitor falsos já ocorrida nos EUA. Documentos e vídeos da Acorn provam que ele mentiu (v. NationalReview.com, www.youtube.com/watch?v=8vJcVgJhNaU e www.youtube.com/watch?v=7NmaZIdz6Vo).

5) Obama disse que não tivera nenhuma conexão política com o terrorista William Ayers. Documentos liberados pela Universidade de Illinois provam que ambos trabalharam juntos em projetos destinados a subsidiar organizações esquerdistas (v. MichelleMalkin.com).

6) Ele disse que jamais soubera das idéias políticas do pastor Jeremiah Wright, mas como é possível ouvir todas as semanas durante vinte anos as pregações de um pastor que praticamente só fala de política, sem ficar sabendo do que ele pensa a respeito?

Além das mentiras patentes, há os fatos nebulosos e mal explicados. Como Obama conseguiu viajar para o Paquistão quando a entrada de americanos era proibida no país? Por que ele jamais contou que é primo de Raila Odinga nem admite divulgar os documentos das atividades que desempenhou em favor desse assassino? Por que o agitador racista Khalid al-Mansour pagou os estudos de Obama em Harvard? Como pode Obama afirmar que não foi educado numa família muçulmana, se os documentos mostram que até numa escola católica, na Indonésia, ele se registrou como muçulmano? Por que, ao saber que alguém abrira um processo no Havaí solicitando a divulgação da sua certidão de nascimento, Obama repentinamente se lembrou de que sua avó estava doente em Honolulu – uma semana depois de ela ter saído do hospital – e, correndo para visitá-la sob a alegação de que talvez fosse sua última oportunidade de encontrá-la com vida, não levou junto a mulher e os filhos mas uma equipe de advogados?

Para completar, há uma quantidade estonteante de pequenas mentiras, todas proferidas com aquela desenvoltura que, nos mitômanos, substitui a sinceridade, às vezes com vantagem: a história do tio que libertou os prisioneiros de Auschwitz (as tropas americanas nunca entraram lá), o pai pastor de cabras (só se as criou no escritório onde trabalhava), a balela de que jamais aceitou contribuições de companhias de petróleo (esqueceu a Exxon e a Shell), a conversa mole de que foi membro do Comitê de Bancos do Senado (jamais esteve lá), etc. etc. A coisa não tem mais fim. É alucinante (v. http://theobamafile.com/ObamaLies.htm).

São só alguns exemplos, colhidos a esmo entre centenas. Nenhum desses fatos foi jamais eficazmente contestado, nem as perguntas daí decorrentes respondidas por quem quer que fosse. No entanto, qualquer dúvida quanto à nacionalidade de Obama ou à autenticidade da sua biografia de campanha é instantaneamente rotulada de “teoria da conspiração” e impugnada como absurda pela grande mídia em peso, como se esta mesma não ignorasse as respostas tanto quanto as ignora o resto da população.

Jamais, na história americana, um candidato presidencial com uma conduta tão nebulosa, extravagante e suspeita teve segredos tão bem guardados quanto os de Barack Obama, nem tanta gente importante empenhada em resguardar seu direito de guardá-los. A privacidade de Obama – a privacidade de um homem público – está acima da própria Constituição americana. Acreditar em Obama sem provas tornou-se obrigação incontornável, e questionar essa obrigação é sinal de racismo.

Tal como no Brasil uma gigantesca operação-sumiço elegeu e reelegeu Lula impedindo que a população soubesse de suas atividades no Foro de São Paulo, um esquema de ocultação mais vasto ainda foi montado para eleger Barack Obama. Com notável hipocrisia os esquerdistas de ambos os países clamam contra a “crescente concentração da mídia”, na verdade uma bênção para eles, sem qual jamais teriam podido bloquear o acesso às notícias que vão contra o seu interesse.

No caso de Obama, o quadro da mais notável fraude eleitoral de todos os tempos é completado pela chantagem racial, pela distribuição maciça de títulos de eleitor falsos e pelo uso generalizado da intimidação e da agressão moral e física que transforma esta eleição americana numa palhaçada de Terceiro Mundo (vejam: TimesOnline, Breitbart.tv, HeraldOnline.com, InYork e WorldNetDaily.com).

 

10 de novembro de 2008

Está crescendo o medo das autoridades americanas em relação a uma tentativa de assassinato do presidente eleito, Barack Obama. Segundo informou nesta segunda-feira o jornal britânico The Telegraph, o serviço secreto dos Estados Unidos já investigou mais de 500 ameaças contra o democrata durante toda a campanha presidencial.

No mês passado, neonazistas foram presos por conspirar contra Obama, que deve ter a segurança feita por centenas de agentes. Durante as últimas semanas, o governo americano também começou a testar secretamente um carro com uma blindagem especial, capaz de suportar bombas e ataques terroristas, diz o Telegraph.

Barack Obama começou a receber a segurança do serviço secreto em maio de 2007, muito antes da maioria dos candidatos à presidência costumavam receber. Seu codinome para os agentes é “renegade” (renegado, em inglês). Sua mulher, Michelle, está particularmente preocupada com novas ameaças. Obama está mais tranqüilo, segundo o jornal britânico.

Redação Terra